“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por uma tão grande
nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado
que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta.”
(Hebreus 12:1).

    Quando Jesus fez o convite para que todos os cansados e oprimidos se dirigissem a ele para obter alívio do fardo do pecado, demonstrou profundo amor e submissão de estar ao nosso lado para nos ajudar a levar o nosso fardo. Charles Spurgeon disse que “o fardo de Cristo é leve porque ele nos ajuda a carregá-lo, e, quando o mesmo se torna demasiado pesado para nós, o divino Mestre se põe debaixo dele conosco.” Martinho Lutero também declarou que “somos livres do jugo do pecado, por tomarmos o jugo de Cristo. É um jugo emparelhado em amor”.
    Quando pensamos no mal e no sofrimento, pensamos na disciplina divina. O salário do pecado é a morte. Jesus venceu a morte. Tomou sobre si as nossas dores e enfermidades. Por isso, é o alvo espiritual da nossa vida.
    Ele nos ajuda a interceder junto ao Pai. Em seu nome, oramos. Através dele somos justificados dos nossos pecados, pela fé, junto ao nosso Deus. Como canta um cantor gospel: “vou deixar na cruz…” –esta deve ser a nossa postura. Livres do pecado e olhando para Cristo, autor e consumador da nossa fé.
    Se você ainda não consegue vencer o pecado e continua a fazer as coisas erradas, peça ajuda a Deus, para que lhe dê forças para nunca mais fazer o que desagrada a Deus.

Extraído do livro de meditações diárias: Manancial