“Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti.” (Lucas 15:18)
Lucas ilustrou em três oportunidades a intensidade do amor de Deus ao homem pecador e perdido. Deus ama a todos e o seu projeto de compaixão foi enviar seu Filho até nós (Jo 3:16). Por isso, há sempre alegria no céu quando um pecador se converte. Stanley Jones disse que “não há virtude em nosso arrependimento, se ele não nos levar a Deus. Mero desgosto pelo pecado não nos isenta da culpa. Pode haver remorso, mas não arrependimento”.
A postura do filho pródigo, depois de arrependido, foi tomar uma atitude. Levantar, ir, declarar a sua culpa perante o pai e pedir para ser reintegrado à família. Por isso que todo arrependimento genuíno gera uma ação e reação. John A. Mackay disse algo interessante, que “o arrependimento é uma mudança completa da mente, em face dos valores da vida. Ele coloca o homem em situação de cumprir o seu verdadeiro destino, segundo o plano divino de criar um mundo melhor”.
O filho pródigo pecou contra seu pai. Declarou para si mesmo sua indignidade. Desperdiçou recursos, traiu confiança, virou as costas para o convívio familiar, desonrando o nome de sua família. Errou o alvo da sua vida. Arrependido, confesso, voltou ao lar paterno. Foi perdoado, festejado e reiterado. Deus está sempre pronto a perdoar, mediante o arrependimento e a fé. A um coração contrito Deus sempre responderá!
Se você ainda não tomou essa decisão, converse com Jesus agora e peça para que Ele more em seu coração, e se você depois disso fizer algo errado, não tenha medo, conte para Jesus e peça perdão. Ele está todo tempo cuidando de você.
Extraído do livro de meditações diárias: Manancial
