“A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. (Peter Drucker)

Por quê um projeto? Enumeremos algumas razões:

As coisas continuam do mesmo onde sempre estiveram. Há uma frase de Amyr Klink que diz: “Se a gente não se movimenta, não persegue, não arrisca, as coisas continuam do mesmo modo onde sempre estiveram”. Entra ano e sai ano, nada de novo aconteceu na vida de nossa igreja. Este tem sido o sentimento nos últimos anos. Se queremos viver novidades na vida da nossa igreja precisamos ter novas ações que produzam novos resultados.

Concentração de tempo. O tempo é um dos bens mais valiosos que temos. O desperdício de tal recurso é irrecuperável. Se um membro frequentar assiduamente todas reuniões públicas da igreja em quatro anos, fará um investimento de 633h30min. Este é um tempo que não podemos desperdiçá-lo, por isso devemos aproveitá-lo com propósito.

Concentração de recursos. Vivemos um período caótico em nosso país referente à finanças. Com a crise que se agrava cada vez mais, tornando os recursos escassos, precisamos ter certeza onde estamos investindo os nossos recursos e quais os resultados atingiremos com os nossos investimentos.

Engajamento das pessoas. Encontramos dificuldades em fazer com que as pessoas se comprometam com o ministério da igreja, a falta de um projeto claro ainda torna mais difícil o envolvimento. Por isso um projeto com propósito e metas claras e atingíveis contribuirá para o engajamento das pessoas com a igreja.

Direção. Saber para onde estamos indo é fundamental. No livro, Alice no País das Maravilhas, ficção de Lewis Carroll, o diálogo entre o Mestre Gato e Alice ilustra muito bem: “- Eu só queria saber que caminho tomar, pergunta Alice. – Isso depende do lugar aonde quer ir, diz o Gato tranquilamente. – Então não importa que caminho tomar, afirma o Gato taxativo”… Resumo deste singelo bate-papo: “quando a gente não sabe para aonde vai, qualquer caminho serve”

Senso de realização. O autor de Eclesiastes afirma que a maior alegria do homem é desfrutar da recompensa do seu trabalho (cf. Ec 5.18). Após a execução de um projeto somos tomados de um sentimento de realização. Não há nada mais gratificante que celebrar aquilo que conquistamos com muito suor e trabalho.

Pr. Olavo Vigil