“Assim, também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará.”

         Certa ocasião houve um surto de meningite na cidade de São Paulo. Uma senhora, mãe de família, foi hospitalizada em estado grave. Sua situação agravou-se por causa de uma pneumonia, de maneira que precisou ficar em isolamento. Ela foi transferida de hospital sem que a família fosse informada, e, por quase um mês não tiveram nenhuma informação daquela senhora.
         Foram, na verdade, dois meses de muita aflição, espera e tristeza para aquela família. Numa quarta-feira, porém, quando retornavam do culto de oração da Igreja, qual não foi a surpresa ao chegarem à casa: a mãe saíra do hospital, curada e estava em casa.
Imediatamente aqueles sentimentos de tristeza e preocupação dos familiares foram substituídos por          grande alegria. Abraços, sorrisos e lágrimas de emoção e alegria inundaram o ambiente daquele lar.
Este episódio faz-nos pensar na tristeza dos discípulos quando do julgamento e morte de Jesus; entretanto, podemos imaginar a profunda alegria que transbordou em seus corações, ao verem o Senhor ressurreto.
         Como é confortante saber que, em nossos períodos de angústia, temos a companhia deste amigo mais chegado que um irmão, o qual é poderoso para nos levar da tristeza para a verdadeira alegria.

Com amor,
Pr. Cesar Augusto

João 16: 22.

(Texto extraído de Manancial – 4T94- com adaptações)