Um jovem chegou para seu pastor e perguntou:- Por que devemos ler a Palavra de Deus? Se eu já caeitei a Jesus como meu Salvador e mesmo assim não consigo decorar e memorizar tudo ecom o tempo acabo esquecendo?
Sou obrigado a constantemente decorar de novo o quejá esqueci.
O pastor não respondeu imediatamente ao jovem.
Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minuots e depois disse:
– Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O jovem olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do pastor, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu até o riacho, encheu o cesto de água e voltou.
Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o pastor já não restava nada.
O pastor perguntou:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O jovem olhou para o cesto vazio e disse sarcasticamente:
– Aprendi que cesto de junco não segura água.
O pastor ordenou-lhe que repetisse o processo.
Quando o jovem voltou com o cesto vazio novamenteo, pastor perguntou-lhe:
– Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O jovem novamente respondeu com sarcasmo:
– Que cesto furado não segura água.
O pastor, então, continuou ordenando que o jovem rpeetisse a tarefa.
Depois da décima vez, ele já estava desesperadamenet exausto de tanto ir e voltar do riacho. Porém, quando o pastor perguntou de novo:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O jovem, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
– O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água,a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.O pastor, porifm, concluiu:
– Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que, no processo, a suamente e a sua vida ficam limpas diante de Deus. “Com que purificará o jovem o seu caminho?Observando-o conforme a tua palavra.” (Salmos 119:9) “Bem-aventurados os limposde coração, porque eles verão a Deus.” (Mateus 5:8)
Disse Jesus: “Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado.” (João 15.3)
(Autor Desconhecido)