Os Palavrões nos Revelam

Muitas vezes, revelações de conversas gravadas entre pessoas públicas nos surpreendem pela ferocidade das palavras empregadas. Nelas os palavrões são meios corriqueiros de expressão, que não constrangem os
que os proferem, mas ferem os ouvidos de quem os escuta. Longe dos gravadores, testemunhamos a facilidade com que os palavrões frequentam os lábios dos nossos interlocutores. Por vezes, de nós mesmos saem palavras que parecem lavas de vulcão. O mau hábito dos palavrões rega as conversas, como se fossem necessários e indispensáveis. Para muitas pessoas, são palavras normais. No entanto, pessoas dignas não falam palavrões. Pessoas de caráter falam o que pode ser gravado e revelado, sem terem que se justificar. Nossas palavras revelam quem somos. Mais que isto, nós somos nossas palavras. Palavras podres são os canais pelas quais fluem almas podres. Almas ricas são suaves, não grosseiras. Almas puras são pacíficas, não guerreiras. Almas inspiradas procuram não perder as estribeiras. Almas sensatas se impõem barreiras. Se palavras são meios de comunicação, devem ser usadas livremente, dirão alguns. O argumento é similar ao de que, na comunicação, o que importa é o que o outro entenda, sem que importe a norma da língua. Não: se palavras são meios de comunicação, devem ser bem usadas; as normas visam melhorar a comunicação e evitar os ruídos. Se escrevemos corretamente, ninguém precisa ler duas vezes para entender por faltarem vírgulas esclarecedoras. Se falamos bem, quem nos ouve não precisa perguntar o sentido, porque ficou
claro. Palavras mal ditas podem significar o que não quisemos dizer. Quando atropelamos a gramática, revelamos nossa ignorância, como os palavrões expõem o que temos de pior. Todos devemos ter corações que não abriguem ódios, preconceitos e mágoas, mas, antes, são a casa do amor, do respeito e da paz.

Israel Belo de Azevedo

OUVIDOS ABERTOS

Recentemente, estava enfrentando um problema com meus ouvidos e decidi tentar um tratamento um tanto controverso. Supostamente, ele derreteria o cerume e eliminaria qualquer possível impedimento a minha capacidade de ouvir. Tenho de admitir que parecia uma experiência estranha. Mas, desesperado para conseguir ouvir claramente, dispus-me a tentar.

Se a boa audição é importante na vida, ela é ainda mais importante em nossa caminhada com Deus. No salmo 40,6, Davi declarou:  “sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.” A palavra abriste nesse versículo pode ser traduzida como desimpediste e refere-se ao que Deus deseja pra nós. Ele quer que nossos ouvidos estejam abertos e prontos a ouvi-lo falar conosco por meio de sua palavra. As vezes, porém, nossos ouvidos espirituais podem estar bloqueados pelo ruído de fundo da cultura ao redor ou pelas canções de sereias da tentação e do pecado.

Que nós possamos, em vez disso, inclinar nossos corações ao Senhor em total devoção, mantendo nossos ouvidos abertos a Ele para que sejamos sensíveis a Sua voz. Ao falar Ele colocara Sua palavra em nossos corações e n[os aprenderemos dele para nos deliciarmos com sua vontade (Salmo 40.8)

“Deus fala por meio de sua palavra a aqueles que escutam com seus corações.”

Nosso andar diário

Abandone sua Carga

“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por uma tão grande
nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado
que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta.”
(Hebreus 12:1).

    Quando Jesus fez o convite para que todos os cansados e oprimidos se dirigissem a ele para obter alívio do fardo do pecado, demonstrou profundo amor e submissão de estar ao nosso lado para nos ajudar a levar o nosso fardo. Charles Spurgeon disse que “o fardo de Cristo é leve porque ele nos ajuda a carregá-lo, e, quando o mesmo se torna demasiado pesado para nós, o divino Mestre se põe debaixo dele conosco.” Martinho Lutero também declarou que “somos livres do jugo do pecado, por tomarmos o jugo de Cristo. É um jugo emparelhado em amor”.
    Quando pensamos no mal e no sofrimento, pensamos na disciplina divina. O salário do pecado é a morte. Jesus venceu a morte. Tomou sobre si as nossas dores e enfermidades. Por isso, é o alvo espiritual da nossa vida.
    Ele nos ajuda a interceder junto ao Pai. Em seu nome, oramos. Através dele somos justificados dos nossos pecados, pela fé, junto ao nosso Deus. Como canta um cantor gospel: “vou deixar na cruz…” –esta deve ser a nossa postura. Livres do pecado e olhando para Cristo, autor e consumador da nossa fé.
    Se você ainda não consegue vencer o pecado e continua a fazer as coisas erradas, peça ajuda a Deus, para que lhe dê forças para nunca mais fazer o que desagrada a Deus.

Extraído do livro de meditações diárias: Manancial

Arrependimento

“Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti.” (Lucas 15:18)

    Lucas ilustrou em três oportunidades a intensidade do amor de Deus ao homem pecador e perdido. Deus ama a todos e o seu projeto de compaixão foi enviar seu Filho até nós (Jo 3:16). Por isso, há sempre alegria no céu quando um pecador se converte. Stanley Jones disse que “não há virtude em nosso arrependimento, se ele não nos levar a Deus. Mero desgosto pelo pecado não nos isenta da culpa. Pode haver remorso, mas não arrependimento”.
    A postura do filho pródigo, depois de arrependido, foi tomar uma atitude. Levantar, ir, declarar a sua culpa perante o pai e pedir para ser reintegrado à família. Por isso que todo arrependimento genuíno gera uma ação e reação. John A. Mackay disse algo interessante, que “o arrependimento é uma mudança completa da mente, em face dos valores da vida. Ele coloca o homem em situação de cumprir o seu verdadeiro destino, segundo o plano divino de criar um mundo melhor”.
    O filho pródigo pecou contra seu pai. Declarou para si mesmo sua indignidade. Desperdiçou recursos, traiu confiança, virou as costas para o convívio familiar, desonrando o nome de sua família. Errou o alvo da sua vida. Arrependido, confesso, voltou ao lar paterno. Foi perdoado, festejado e reiterado. Deus está sempre pronto a perdoar, mediante o arrependimento e a fé. A um coração contrito Deus sempre responderá!
    Se você ainda não tomou essa decisão, converse com Jesus agora e peça para que Ele more em seu coração, e se você depois disso fizer algo errado, não tenha medo, conte para Jesus e peça perdão. Ele está todo tempo cuidando de você.

Extraído do livro de meditações diárias: Manancial

Por que orar é tão difícil?

    Há tempos tenho estado perplexo por um problema que persiste na igreja
há anos – e que me interessa profundamente. Eis o problema: por que
orar é tão difícil para os cristãos?
    As Escrituras deixam claro que a resposta para tudo em nossa vida é a oração mesclada com a fé. O apóstolo Paulo registra: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Filip. 4:6). Paulo está nos dizendo: “Busquem o Senhor em todas as áreas da sua vida. E agradeçam-nO antecipadamente por lhes ouvir!”
    A ênfase de Paulo é clara: ore sempre em primeiro lugar! Não é para orarmos só em última instância: primeiro ir atrás dos amigos, depois do pastor ou de um conselheiro, para acabar finalmente de joelhos. Não -Jesus nos diz: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
    Devemos primeiramente ir até o Senhor – antes de a qualquer outro!
    É de partir o coração ler as cartas enviadas para o nosso ministério de multidões de cristãos arrasados. Famílias estão se esfacelando, casais se divorciando, pessoas que por anos andaram em fidelidade a Cristo estão vivendo em temor e em derrota. Cada uma dessas pessoas tem sido derrotada por algo – pecado, depressão, mundanismo, cobiça. E ano após ano, parece que os seus problemas vêm piorando.
    Eis a minha grande pergunta – pergunta que simplesmente não consigo entender: Como pode o próprio povo de Deus – que está sob ataque constante do inferno, enfrentando problemas e tentações de todos os lados – passar semanas e semanas sem jamais buscá-lo? E como podem professar que o amam e creem em suas promessas, e contudo jamais se achegar ao seu coração?

David Wilkerson

Amo o Brasil

Por amor… não me calarei, por amor… não descansarei
enquanto a sua justiça não resplandecer como a alvorada
Por amor… não me calarei, por amor… não descansarei
e a sua salvação como as chamas de uma tocha acesa.
Isaias 62.1

Chamada missionária acesa pelo Sul do Brasil

Não pudemos ler sobre o Rio Grande do Sul e permanecer os mesmos.

Inscrevemo-nos numa Trans e viemos ver se era como lemos. E era

verdade. Centenas de cidades sem presença batista, menor índice de

crescimento evangélico do Brasil, elevado índice de suicídios, divórcios,

fumantes, espiritismo, entre outras coisas do mal. Nos últimos 30 anos,

vários obreiros passaram por Gramado. Porém, quando chegamos, em

julho de 2011, não havia batistas. Chegamos com grandes expectativas

do que Deus queria fazer na Serra Gaúcha e do Rio Grande do Sul.

Nosso primeiro culto foi no dia 11 de setembro de 2011, na sala de nosso

apartamento alugado, com a presença de uma família que acabara de

mudar-se para Gramado. Em fevereiro de 2015, Deus agraciou a nossa

cidade com a 95a Assembleia da CBB, uma Trans com 80 missionários

voluntários de todo Brasil, além de um grande impacto evangelístico na

cidade com a distribuição de centenas de bíblias e 25 mil Evangelhos de

João. Deus tem-nos dado grandes vitórias na plantação da Igreja Batista

em Gramado.

Hoje, podemos dizer que temos respeito e relevância na cidade.

Temos 15 Pequenos Grupos Missionários, 50 membros, frequência de 65

pessoas na celebração dominical, programa de rádio diário, uma vigília

de oração semanal, reunião de oração todas as noites no templo, entre

outras atividades que fazemos como corpo de Cristo. Isso é o começo do

que Deus quer fazer em Gramado e no Rio Grande do Sul. Você também

pode ser parte isso, intercedendo por essa obra, apoiando-nos por meio

do PAM e diminuindo as cidades sem presença batista.

Missionários Renato e Kenia Florêncio Gramado (RS).

Eu amo o Brasil

Brasil, ano de 2015, em meio a tantas descobertas de crimes de corrupção, criminalidade em índices elevadíssimos como nunca visto antes, as drogas e a prostituição tomando conta do nosso povo, a cada dia novos acontecimentos frustrando nossos planos e sonhos de um país melhor, com mais igualdade social, menos violência, mais educação, saúde, mais bem estar para esse povo que trabalha de sol a sol, tentando construir um futuro mais digno.
Nos questionamos onde iremos chegar, em quem confiaremos? Mas mais do que isso, me questiono sobre qual tem sido o meu papel nessa sociedade corrupta e tão facilmente corruptível, que por uns trocados vende sua dignidade, assim como Jacó vendeu a sua dignidade ao roubar o direito a primogenitura do seu irmão Esaú, enganando seu próprio pai, para anos mais tarde, Deus promover a restauração desses irmãos.
No Senhor esteja a nossa confiança de uma nação justa, buscando a restauração completa que só o amor do Senhor pode nos oferecer, que como cristãos possamos resplandecer e fazer diferença no meio em que vivemos, orando pelo nosso país, sendo testemunho e crendo no milagre de Deus para nosso chão.
Estamos iniciando a nossa Campanha Nacional de Mobilização Missionária 2015 e contamos novamente com o seu empenho para atingirmos nossos objetivos. Envolva e mobilize a sua igreja para participar deste momento tão especial para missões no Brasil.
Este é o momento da Igreja de Cristo! Precisamos unir forças para propagar a mensagem de salvação. Declarar amor pelo Brasil é querer ver o Brasil transformado pelo Evangelho. Neste ano, a Junta de Missões Nacionais quer incentivar cada batista a ser bênção para nossa nação:
orando, contribuindo e sendo voluntários nas ações missionárias.
Mobilize-se, e venha participar conosco da Campanha de Missões
Nacionais, “Eu amo o Brasil, eu quero ser bênção para minha nação.”
Ignacia Farias (Promotora de Missões)

O que Faz a Diferença

Este é o século dedicado a auto-ajuda. Livros, revistas, teatro, pregações, terapias aqui e acolá. Enfim, estamos sendo bombardeados a cada segundo com mensagens de auto-ajuda. Abrimos o Facebook e lá vem as mensagens de auto-ajuda tipo:
“Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final”
“Davi era excluído, Moisés gago, Jeremias muito novo; até quando você vai olhar para o que você é e não para o que Deus pode torná-lo”?
“Troque suas folhas, mas não troque suas raízes; mude suas opiniões, mas não perca seus princípios”
Aparecem muitos textos Bíblicos bonitos: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.
O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. Habacuque 3:17-19.
Mas o que faz mesmo a diferença em nossa vida? Podemos saber porções da Bíblia de cor, mas não sermos abençoados com suas promessas. Podemos receber os melhores conselhos do mundo e mesmo assim não praticá-los. Qual é filho que segue os conselhos dos pais?
A verdade é que temos livros de auto-ajuda sobrando nas prateleiras, Bíblias à venda em cada esquina, Igrejas abertas o dia todo e ainda assim somos uma sociedade louca, violenta e estressada.
Só uma coisa faz a diferença: JESUS! Não um Jesus do papai, do pastor, da mamãe, mas um Jesus que vive em nós. Para que isso aconteça precisamos atender ao seu chamado: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28.
Uma coisa lamentável é que muitos só buscam a Jesus, de verdade mesmo, após quebrar a cara, bem ao estilo do filho pródigo, que gastou todo o seu dinheiro “dissolutamente” ou de modo errado. Foi parar no chiqueiro dos porcos. Conselhos? Os melhores, mas não deu ouvido.
Cada vez mais acredito em João 3:7 Necessário vos é nascer de novo. Sem isso continuaremos brutos, desonestos, infelizes e perdidos.
Que Deus te abençoe.
Pr. Ladislau

Pai é pai!

    Não importa o tipo de pai que temos, a verdade é todos temos um pai. Seja pai presente ou pai ausente, pai que vive ou pai que já não vive mais, pai gordo e pai magro, pai alto e pai baixo, pai branco e pai negro, pai novo e pai velho, pai culto ou pai analfabeto, pai doutor ou pai indouto, pai rico ou pai pobre, pai conhecido e até pai desconhecido!
    Sim, todos somos gerados da relação íntima entre um homem, a quem denominamos de pai, e uma mulher, a quem denominamos de mãe.
    É verdade que nem todos podem se orgulhar do pai que tem ou que teve. Muitos pais sofreram e desdita de serem elevados a esta categoria de forma errada, tempestiva, irresponsável, no tempo errado e com a mulher errada. Isso não exclui a responsabilidade de ninguém e até tem leis punitivas para quem não corresponde de forma adequada ao que se espera de um pai.
    Descrevo aqui o meu pai: Ladislau Faria, nascido aos 27 dias junho de 1897. Estatura mediana, magro, moreno, descendente de mãe negra e pai branco, de profissão lavrador.
Crente convertido aos 25 anos, pai de 16 filhos, avô de uns 40 netos, bisavô de uns 90 bisnetos, e tetravô de (??) casado com Augusta Rosa Faria em 1922. Faleceu de enfarto do coração aos 81 anos, no Rio e está sepultado em Duque de Caxias.
    Era homem de oração, alegre, correto nas suas transações, pregador do evangelho, corajoso, valente, trabalhador, brincalhão, humilde, madrugador, leitor assíduo da Bíblia, sempre demonstrou muito apreço pelos pastores. Era justo até na hora de surrar um filho, ele nunca nos espancou, cumpria o que prometia: se eram duas, eram duas e nada mais! Sua severidade dava um tom de muito respeito a todos nós.
    Meu pai era meu amigo especial, eu via em meu pai alguém que Deus designou para ser meu pai, ele ficava feliz em me ver e eu da mesma forma adorava ir na sua casa. Deu-se o caso de morarmos no mesmo andar de um prédio, eu no 511 ele e minha mãe no 512. Nosso filho mais velho, o André, era amado dos vovós ele podia ver da janela da nossa sala o vovô lá do outro lado e eu ficava muito feliz por ver toda a cena de carinho com que meu pai o tratava.
Estou com saudade do meu pai!
Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra (Êxodo 20)
Pais saibam: vocês são especiais!
Deus abençoe todos os pais nesse dia!
Pr. Ladislau

“Eu Tenho a Força”

    Sanção foi um Juiz de Israel. A partir do capitulo 13 do livro de Juizes está narrada a sua história.
    Sanção é que ele era “Nazireu”, um homem especial. Seus cabelos não deveriam ser cortados, não deveria beber bebidas alcoólicas, não deveria comer uvas, nem seus derivados. Ele seria revestido de poder sobrenatural vindo de Deus.
    O primeiro caso que Sanção esteve envolvido foi na estrada, com os pais. Ele se desviou para fazer uma necessidade fisiológica, quando deparou-se com um leão faminto, nesse momento ele foi revestido de força descomunal e matou o leão.
    Posteriormente, quando passou por esse lugar, foi ver os restos do leão e havia uma casa de abelhas no esqueleto. Sanção comeu mel extraído dali.
    Num encontro com os filisteus nos festejos do seu casamento, ele disse a uns homens: eu vos darei um enigma para decifrar e, se nos sete dias das bodas o decifrardes e descobrirdes, eu darei trinta lençóis e trinta mudas de roupas, se não vocês me darão esse presente: “Do comedor saiu comida, e do forte saiu doçura”.
    Os rapazes não conseguiram responder. No final uma mulher, sua primeira namorada, lhe convence a lhe contar o enigma e ele cede. Ela conta aos filisteus a resposta e Sanção perde a aposta.
    A pior prova para Sanção inclui a famosa Dalila, ela conseguiu que Sanção lhe falasse sobre o mistério da sua grande força. Levou alguns dias. Finalmente Sanção resolve lhe contar que o mistério estava nos seus cabelos longos, os quais não poderiam ser cortados. Dalila, com seu jeito de mulher, faz o gigante adormecer e lhe passa a tesoura nas madeixas. Sanção não acreditou muito que havia perdido a sua força e foi ao combate! Foi vencido, furaram-lhe os olhos, deram-lhe um trabalho pesado e era motivo de escárnio. Os cabelos de Sanção foram crescendo. Um belo dia houve uma festa entre os filisteus e havia milhares reunidos num prédio. Lembraram-se de Sanção e foram buscá-lo para mostrar o grande troféu dos guerreiros filisteus. O povo jubilava!
    Sanção pediu a alguém, para levá-lo para junto das colunas que sustentava o prédio, assim foi feito. Ele se arremessou contra as grossas colunas e derrubou o prédio, morrendo e matando milhares de Filisteus.
    Pecado é como combustível próximo do fogo, uma faísca e está feito o estrago.
    Sanção pensou que seria sempre vitorioso mas uma total derrota lhe esperava.
Pr. Ladislau.