Parabéns!!! A Adara e o David foram os alunos mais presentes neste último trimestre, em nossa Escola Bíblica Dominical! Eles não faltaram nenhuma aula!

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Parabéns!!! A Adara e o David foram os alunos mais presentes neste último trimestre, em nossa Escola Bíblica Dominical! Eles não faltaram nenhuma aula!

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Foram distribuídas cerca de 100 refeições. Obrigado a todos que tem apoiado o projeto!
Neste domingo teremos culto às 9h (presencial) e 11h (presencial / internet).
O culto das 11h será transmitido pela página da igreja no Facebook.
O tema das mensagens será Vencendo a Culpa (Mateus 27.3-7).

Foram distribuídas cerca de 150 refeições. O cardápio foi arroz de carreteiro com repolho, feijão e salada de alface.
Agradecemos a todos que contribuíram para o projeto do Dia da Compaixão. Foram distribuídas roupas e também cerca de 130 refeições. O cardápio foi risoto de frango com repolho, feijão e salada de alface.
Texto base: Ester 4.14-17
“Acreditar é essencial, mas ter atitude é o que faz a diferença”. (Desconhecido)
Cerca de 15 milhões de judeus espalhados pelo Império Persa estavam condenados à morte devido ao decreto do rei Xerxes. O descendente de Agague e primeiro ministro do Império Persa, chamado Hamã, motivado por inveja e vingança, articulou a destruição do povo judeu (cf. Et 3).
Ester tem o desafio de salvar o seu povo da morte, mas diante do risco de morrer por se apresentar ao rei sem ser chamada, é tentada a recuar. Advertida por Mordecai, ela decide enfrentar o desafio. Contudo, Ester possuía muitos obstáculos para serem superados:
Era mulher. Ser uma mulher nos dias de Ester não era fácil. Ester não estava no palácio por sua própria vontade. Ela foi levada para o palácio por seu tio, em obediência ao decreto do rei Xerxes que ordenava que todas as moças virgens e bonitas fossem levadas para o seu harém, para que uma delas fosse escolhida para ser sua rainha (cf. Et 1.2-18). Para as normas da sociedade persa, ela era apenas propriedade do rei.
Era judia. Os judeus eram odiados pelos povos dominados pelo Império Persa. Entre os conselheiros, autoridades e assessores do rei Assuero estavam os inimigos dos judeus. Quem eram esses inimigos? – Os povos que foram subjugados por Israel quando eles tomaram posse da terra que DEUS lhes havia dado. Esses povos odiavam os judeus por causa da forte influência que eles exerciam no Império Persa. Entre eles estavam os amalequitas, inimigos ferrenhos de Israel.
Quando Mordecai deixou Ester no palácio, ordenou que ela não revelasse a ninguém que pertencia ao povo judeu (cf. Et 1.10). Mordecai sabia o quanto o ambiente era hostil para um judeu.
As leis do império. Ester devia falar pessoalmente com o rei, para interceder em favor do povo judeu, mas, por causa da lei persa, estava impedida de fazer isso. Ela poderia se apresentar diante do rei, se ele a chamasse. Se ela se apresentasse ao rei sem ser chamada por ele, a pena seria a morte. Se ela se apresentasse ao rei sem ser chamada, sua vida seria poupada somente se o monarca estendesse o seu cetro de ouro na direção dela. (cf. Et 4.10-11).
Para avançarmos na obra missionária, precisamos superar obstáculos:
O isolamento. Devido à quarentena pelo COVID-19, estamos isolados. Não podemos realizar as celebrações nos prédios das nossas igrejas com todo o seu potencial. Algumas igrejas ainda não conseguiram voltar à realização dos cultos nos seus prédios devido o decreto municipal.
A economia. Em virtude de a dificuldade em realizar os cultos nos seus prédios, a arrecadação de muitas igrejas caiu de 30% a 50%. Algumas igrejas foram obrigadas e encerrar o contrato de aluguel e devolver os seus prédios por falta de arrecadação.
A mobilização. Líderes encontraram muita dificuldade para mobilizar as suas igrejas. Uma cultura de medo se instalou no coração dos discípulos que não querem se envolver nas demandas da igreja. Não somente uma cultura de medo, também um “espírito de acomodação”; em outras palavras, “deixa assim como está”, vamos continuar com a rotina de encontros on-line.
Por causa do isolamento, da crise econômica e da dificuldade de mobilizar a igreja, líderes estão recuando ao invés de avançar na obra missionária. Precisamos entender que foi para um tempo como esse que DEUS levantou os líderes e suas igrejas. Não podemos deixar o COVID19 e a quarentena neutralizar o avanço da obra missionária. Bill Hybels disse, “A igreja é a esperança do mundo, e seu futuro está principalmente nas mãos de seus líderes” [1]. Se Ester não tomasse uma atitude, cerca de 15 milhões de judeus morreriam. Se não nos posicionarmos e tomarmos uma atitude de fé, cerca de 14 milhões de gaúchos permanecerão destinados ao tormento eterno.
Diante dos desafios, DEUS nos exige uma atitude de fé. Três atitudes de fé:
Orar (v.14-15). Ester pediu a Mordecai que mobilizasse o povo judeu para orar em favor dela durante três dias. A vida do povo judeu dependia da audiência de Ester com o rei, se ela conseguisse a audiência. O povo judeu não poderia ficar indiferente diante do apelo de Ester, porque a vida deles dependia do sucesso nessa audiência. Semelhantemente, o sucesso do povo batista depende do êxito daqueles que estão na linha de frente da obra missionária. Se aqueles que estão na linha de frente do trabalho missionário fracassarem, nós, também, fracassaremos. Devemos orar constantemente por aqueles que estão na linha de frente: os missionários, os pastores e os líderes convencionais. Nós podemos e devemos transformar a realidade espiritual do Rio grande do Sul por meio da oração.
Posicionar (v.16). Ester se posicionou diante de DEUS e dos homens. Ela não se calou. O líder e a sua igreja não podem ficar em cima do muro diante da crise mundial que estamos vivendo. É para momentos como esse que DEUS instituiu os líderes e as igrejas. Não podemos ficar inertes diante dos desafios que estão à nossa frente. É em meio as crises que os líderes e as suas igrejas se mostram relevantes. John C. Maxwell, disse: “A crise não é para ser administrada, a crise é para ser liderada”. Os dias de calmaria não nos exigem respostas. O professor Philip Kotler, disse: “Existem três tipos de pessoas: as que fazem acontecer, as que ficam vendo acontecer e as que perguntam: o que aconteceu?”. Que tipo de pessoa você é?
Em meio à crise não nos posicionamos por dois motivos:
Não queremos correr o risco. Quando nos posicionamos diante do desafio, corremos o risco de fracassarmos. Ester poderia fracassar diante da sua missão. O seu fracasso seria a sua morte, entretanto, mesmo assim correu o risco.
Não queremos nos comprometer. Quando nos posicionamos nos comprometemos com as pessoas e com a missão. Uma vez que nos comprometemos, não podemos voltar atrás, por isso, evitamos assumir o compromisso. Winston Churchill, foi um dos maiores estadistas da história da Inglaterra, assumiu a posição de 1º ministro em plena Segunda Guerra Mundial. Qualquer outro congressista em sã consciência teria declinado à indicação do cargo em tempo de guerra. Mas, entendendo que foi para um tempo como esse que DEUS o colocou na liderança do Reino Unido, não se acovardou. Enquanto os seus conselheiros costuravam uma aliança com os nazistas, por meio da mediação da Itália, ele se levantou e mobilizou os ingleses para lutarem contra a tirania de Hitler. Winston Churchill não ficou em cima do muro e muito menos se acomodou diante da iminente invasão alemã, ele se posicionou e lutou contra as hordas do mal. Diante da gigantesca crise em que estamos imersos, precisamos nos posicionar, devemos avançar na obra missionária.
Ofertar (v.16). Ester estava disposta a ofertar a sua própria vida para salvar o seu povo da artimanha de Hamã. O avanço da obra de DEUS exige sacrifício. Não estou falando de sacrifício para obter a vida eterna. O sacrifício de JESUS no madeiro maldito foi suficiente, não há necessidade que se faça sacrifícios para ser salvo da condenação eterna. Estou falando de sacrifício para a expansão da obra missionária. Desde o nascimento da igreja, homens e mulheres têm sacrificado a própria vida para a propagação do Evangelho. O diácono Estevão morreu apedrejado por causa da pregação do Evangelho, os apóstolos Paulo e Pedro foram punidos com a morte, em Roma, por causa da pregação do Evangelho. O William Tyndale traduziu o Novo Testamento para o inglês, permitindo que muitos camponeses e pessoas simples pudessem lê-lo. Foi considerado um herege, por traduzir o Novo Testamento para o inglês, e, por causa disso, foi queimado vivo. Graças a DEUS, não corremos risco de vida ao pregar o Evangelho no Rio Grande Sul. O único sacrifício que nos é exigido, é que nos esforcemos ao máximo para levantarmos a oferta missionária. Se realmente desejamos mudar o cenário do Rio Grande Sul, devemos fazer todo o esforço necessário, mesmo em meio à pandemia, para levantarmos a oferta missionária.
DEUS exige de nós uma atitude de fé. Devemos orar; nos posicionar e ofertar. Se o nosso General, JESUS CRISTO, voltar hoje nos encontrará sentados e acomodados, esperando a pandemia passar?

“Querer vencer significa já ter percorrido metade do caminho”.
(Ignacy Jan Paderewski)
O que é depressão? É uma doença psiquiátrica crônica que tem como sintomas tristeza profunda, perda de interesse, ausência de ânimo e oscilações de humor. Muitas vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas. Portanto, a depressão é uma patologia, não é um problema espiritual ou problema de pessoa mal resolvida. O Brasil é um dos países mais deprimido das Américas e está no topo do ranking de casos de depressão na América Latina, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Estima-se que 12 milhões de brasileiros, cerca de 5,8% da população do país, sofram com o problema —taxa acima da média global, que está em 4,4%1. Não sou um profissional da área da saúde, por isso não estou habilitado para discorrer sobre essa patologia. Meu objetivo é ministrar uma palavra pastoral sobre o tema.
Os sintomas da depressão na vida Elias:
Pânico (v.3). O transtorno do pânico é uma doença caracterizada pela crise de medo e ansiedade, que acontece de forma inesperada e inexplicável. Ele teve medo (fobia) de uma situação com um nível de adversidade bem menor do que a que tinha enfrentado antes. Elias havia desafiado os 850 profetas que serviam a Jezabel (cf. 1Rs 18.19), após orar, fazer fogo descer do céu e consumir o holocausto, ele tirou a vida dos profetas de Baal (cf. 1Rs 18.40), enfrentando um desafio bem maior. Agora, passa a sentir medo de enfrentar um problema menor. Do que você tem medo? Já não enfrentou problemas maiores do que este que enfrenta hoje?
Fuga da realidade (v.3). Elias fugiu, tomou “doril”, sumiu. Elias fugiu para não ter de enfrentar Jezabel. A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar o sofrimento. Há muitas formas de fugir da realidade, o uso de drogas, de álcool, de remédios sem prescrição médica e outros vícios. Do que você está fugindo?
Pensamento de morte (v.4). Elias era um homem consagrado a DEUS. Um profeta poderosamente usado por DEUS. Mas, que, devido a sua depressão, pediu para si a morte. A depressão é uma doença severa que pode resultar no suicídio. Semelhantemente a Elias, homens e mulheres de DEUS, também, são acometidos dessa doença, são vulneráveis às suas consequências. Infelizmente, é possível que um servo de DEUS, diante de uma crise depressiva ceifar a própria vida. As perguntas que muitos fazem é: Um crente pode cometer suicídio? O crente que comete suicídio perde sua salvação? Lamentavelmente, é possível sim, um crente acometido de depressão tirar a própria vida. Um crente que morre vitimado da depressão não perderá a salvação, porque ninguém é salvo por próprio mérito, a salvação é obra de DEUS (cf. Ef 2.8-9). Nada e ninguém separará o crente do amor de DEUS, nem a morte (cf. Rm 8.38-39).
Desânimo (v.4). A narrativa bíblica apresenta o profeta tomado por um forte e pesado desânimo. O desânimo é a ausência de entusiasmo, de coragem e falta de vontade. Uma pessoa desanimada geralmente não tem motivação para executar as tarefas diárias como trabalhar, estudar e cuidar de si mesma. Assim estava Elias, desanimado. Você se sente desanimado?
Cansaço (v.5). Um dos principais sintomas da depressão é o cansaço excessivo, falta de energia e fadiga. Cansaço para executar as mais simples tarefas. Alguns sofrem com insônia, no caso de Elias foi excesso de sono. Ele sentiu sono intenso. Certa vez, encontrei uma senhora que fazia mais de 30 dias que estava em cima de uma cama, acometida de depressão, quando a levamos para o hospital, ela apresentava problemas pulmonares gravíssimos, por permanecer muito tempo deitada.
Isolamento (v.9). Elias se enclausurou numa caverna, ele se isolou. Esse é um dos comportamentos nocivos e pode variar de acordo com o nível da depressão. Na depressão severa, o depressivo pode sofrer até mesmo de amnésia e ilusões, chegando ao isolamento total. A depressão faz o indivíduo se isolar, não querer ver e muito menos falar com outras pessoas.
Síndrome de perseguição (v.14). Elias afirmou estar sozinho, mas DEUS diz que há 7 mil pessoas que permaneceram firmes no caminho do SENHOR. Um dos fortes sintomas da depressão é pensar que todas as pessoas estão contra ela. Julgar que todas as pessoas estão erradas e somente ela está certa. Essa foi a postura de Elias: “Sou o único que sobrou”.
Com a ajuda de DEUS é possível vencer a depressão. Como vencer a depressão?
Abrir-se para ser tratado (v.11). A ordem de DEUS foi clara: Sai e fique no monte. Em outras palavras, sai da caverna. Precisamos nos abrir para sermos tratados por DEUS. DEUS poderia ter arrancado o profeta da caverna, mas o SENHOR apenas ordenou que ele saísse. Saia da sua caverna e deixe DEUS tratar a tua vida.
Propósito para viver (.15-17). Devido à depressão, Elias perdeu o propósito da sua vida. A consequência disso foi a estagnação e o isolamento. DEUS deu ao profeta um propósito para viver. Nosso propósito está atrelado à nossa missão de vida.
DEUS deu à Elias a missão de ungir três líderes:
1- Ungir Hazael como rei da Síria.
2- Ungir Ninsi, como rei de Israel.
3- Ungir Eliseu como profeta.
Em outras palavras DEUS disse para o profeta: Levante-se, não terminou, ainda há muito para ser feito. O mesmo DEUS diz para você: Levante-se! Ainda há muito para ser feito!
Pedir ajuda de pessoas (v.18). Elias não estava e nunca esteve sozinho, a depressão o cegou, não permitindo que ele percebesse as pessoas ao seu redor. O depressivo não consegue ver as pessoas interessadas nele, os amigos e familiares prontos para ajudá-lo. Há pessoas interessadas em você, peça ajuda. Você não conseguirá sair sozinho desse poço!
O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia.
– Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro.
– Sou a Sra. Adams, disse-lhe, nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana…
– Para as flores, lembrou o vigia. Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. – Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então, quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer. O empregado teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza:
– Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores…
– Como assim? Perguntou a dama.
– É que… a senhora sabe… as flores duram tão pouco tempo…
– E afinal, aqui, ninguém as vê… – O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a senhora Adams.
– Sei, sim, senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos.
– Lá, sim, é que as flores fazem muita falta… Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem. Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro.
– Agora, eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável.
– O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz.
– Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei.
– É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças.
A senhora Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, ela conseguira auxiliar a si própria. Ela se abriu para ser tratada, aceitou a ajuda de outra pessoa e encontrou um propósito para viver.
Agradecemos a todos que contribuíram para o projeto do Dia da Compaixão. Hoje foram distribuídas cerca de 150 refeições. O cardápio de hoje foi arroz de carreteiro com couve, feijão e salada de alface.
Distribuímos em torno de 130 refeições hoje no “Dia da Compaixão”. O cardápio foi arroz com couve, feijão, molho à bolonhesa e alface.
A liderança espiritual movimenta pessoas com o propósito de transformar o status quo
Texto base: 1 Samuel 7
“Se você está procurando uma grande oportunidade, descubra um grande problema”.
(Martinho Lutero)
O líder não apresenta o problema, mas a solução. Samuel não faz uma exposição detalhada do problema do povo, ele apresenta a solução. Vejamos as ações da liderança:
Agregar pessoas (v.5-6). O povo estava disperso, conforme o livro de Juízes cada um fazia o que bem entendia (cf Jz 21.25). As tribos não tinham uma liderança centralizada, cada uma das tribos possuía um líder (cf. Jz 2.6-11, Jz 17.6, Jz 18.1, Jz 19.1, Jz 21.25). Quando Samuel entra em ação, agrega todo o povo em trono de único propósito e de única missão. Uma das virtudes inerentes a liderança é a capacidade de agregar pessoas. Infelizmente há “lideres” que ao invés de reunir as pessoas ele as dispersa. Da mesma maneira que as tribos de Israel viviam debaixo de uma liderança que possuía um propósito diferente de Samuel, os ministérios da igreja são liderados por pessoas que tem um propósito muito diferente do pastor. Os líderes juntamente com a liderança pastoral consomem a sua energia em uma disputa de cabo-de-guerra. O desafio do líder é agregar todos os líderes em torno de um único propósito. Se queremos experimentar uma mudança significativa e relevante a igreja é necessário agregar as pessoas.
Interceder pelas pessoas (v.5). Se o povo demostrasse o desejo genuíno de voltar para o SENHOR, Samuel intercederia em favor deles. O profeta e juiz se coloca à disposição para liderar o povo de volta para DEUS. Samuel nos ensina uma verdade acerca de intercessão:
Devemos interceder para que as pessoas vençam o inimigo (v.8). Enquanto Samuel clamava ao SENHOR, os soldados israelitas triunfavam sobre os filisteus. O mesmo aconteceu quando os israelitas lutavam contra os amalequitas. Enquanto Moisés mantinha as mãos erguidas aos céus o povo de Israel vencia os amalequitas, quando Moisés esmorecia, os amalequitas venciam (cf. Êx 17.8-15). O inimigo que escraviza, que destrói com as famílias e que separa os homens de DEUS é o pecado. O líder deve interceder para que os seus liderados vençam Satanás e o pecado. Devemos interceder pelas pessoas ao invés de se queixar delas (v.9). Samuel tinha todos os motivos para se queixar do povo, devido a idolatria, a rebeldia e falta de compromisso para com o SENHOR, mas o texto não registra o profeta se queixando, mas clamando em favor do povo. As pessoas já tem um Acusador, não precisam de mais um.
Dar direção para as pessoas (v.6). Samuel orientou o povo que estava sem direção. Conforme o livro de Juízes, cada um fazia o que queria (Jz 21.25). Samuel dirige o povo para andar no caminho do SENHOR. A tarefa principal do líder é dar direção para os liderados. Os liderados sem a direção do líder padecem. Verdadeiro líder não é aquele que entrega os mapas para os seus liderados. O verdadeiro líder é aquele que caminha junto com os liderados.
Permanecer com as pessoas (v.15). Samuel não somente liderou o povo, como permaneceu com eles. Samuel investiu sua vida na liderança do povo de Israel. Todos os dias da sua vida foram compartilhados com o povo de DEUS. Não há êxito na liderança espiritual porque a liderança não permanece. A mudança constante na liderança é prejudicial para ambos, os relacionamentos não serão estreitados, nunca haverá intimidade entre o líder e os liderados. O sucesso e o bem-estar dos liderados depende da continuidade da liderança. Rick Warren disse: “A maioria das igrejas grandes e saudáveis é guiada por pastores que estão dirigindo a mesma comunidade por um longo período”.
Coloque-se à disposição de DEUS para mudar o status quo.
Não se conforme com o status quo.