Neste domingo teremos culto às 9h e 11h, ambos presenciais, sendo que os das 11h será transmitido pela página da igreja no Facebook.
O tema das mensagens será Saia da Janela (Atos 20.7-12)


Neste domingo teremos culto às 9h e 11h, ambos presenciais, sendo que os das 11h será transmitido pela página da igreja no Facebook.
O tema das mensagens será Saia da Janela (Atos 20.7-12)

Doamos roupas e distribuímos em torno de 160 refeições hoje no “Dia da Compaixão”. O cardápio foi Cassoulet, arroz com couve, farofa e alface.
Agradecemos a todos que contribuíram para este projeto que ajuda pessoas em situação de rua. Distribuímos em torno de 195 refeições.
Texto base: Lucas 5.1-11
“Na realidade, vemos nada, porque a verdade está na profundidade”. (Demócrito)
O imperativo de JESUS para a nossa vida é ir para onde as águas são profundas. Enquanto os discípulos estavam na beira da praia, lamentavam a escassez. Quando guiados por JESUS foram para onde águas eram mais profundas, e, foram abundantemente abençoados. Infelizmente, há pessoas que preferem viver uma vida cristã rasa, lavando redes vazias, enquanto JESUS nos convida para um banquete nas águas profundas da vida cristã. Até quando continuaremos lavando redes vazias por consequência de uma vida cristã rasa? Deixemos JESUS entrar no barco da nossa vida para experimentarmos as riquezas contida na profundidade da vida cristã.
A profundidade é o imperativo da vida cristã.
Vejamos quatro razões para sairmos da superfície:
Na profundidade, somos abençoados pela graça, não por nossos méritos (v.6). Os pescadores não eram principiantes, eram homens conhecedores da profissão. Do lago de Genesaré eles extraíam diariamente o sustento para as suas famílias. O texto conta que eles se esforçaram a noite inteira e não pegaram nada (v.3). Lançaram as redes inúmeras vezes nas águas e das águas nada tiraram. Mas sob a palavra de JESUS lançaram as redes uma única vez, e as redes se romperam tamanha era a quantidade de peixes. A pesca abundante não foi resultado da habilidade deles, do conhecimento profissional ou do esforço deles. A pesca abundante foi obra de JESUS (GRAÇA). Não é pela nossa performance. Não é pela nossa qualidade. Não é pela nosso esforço. É pela graça, somente pela graça!
Na profundidade, as pessoas são abençoadas através da nossa vida (v.7). Simão Pedro está na beira da praia lavando as redes. As redes estão vazias, não há nada para compartilhar com os demais, não há nada para levar para casa. As redes vazias são como vidas vazias que nada têm de DEUS para compartilhar com os demais. Quando Simão Pedro vai para onde as águas são profundas, sua rede se rompe de tantos peixes que, inevitavelmente, precisou compartilhar com os demais. Se você não mergulhar na profundidade do relacionamento com JESUS, nunca terá o que compartilhar. O que aprendemos com Simão Pedro: aquele que vai para onde as águas são profundas, não vai somente para ser abençoado, mas, principalmente, para abençoar os outros. O conceito que temos é que as bênçãos terminam em nós. Não, as bênçãos começam em nós.
Na profundidade, sentimos a necessidade de conserto (v.8). Simão Pedro está fortemente, profundamente, impactado pelo que aconteceu. Simão Pedro nunca pescou tantos peixes em sua vida. Notemos que na beira da praia Simão Pedro não se sente um pecador. Mas onde as águas são profundas, Simão Pedro se sente um pecador. Quando vivemos uma vida cristã superficial, não há pecados a serem confessados e abandonados. Quando vivemos no escuro não há conserto para ser feito. Enquanto vivermos na superfície da vida cristã, mudanças e transformações não ocorrerão em nossa vida. Na profundidade do relacionamento com JESUS, sentiremos necessidade de conserto. Quanto mais profundo for o nosso relacionamento com JESUS, mais sentiremos necessidade de conserto.
Na profundidade, o senhor das bênçãos é mais importante que as bênçãos (v.11). Há instantes atrás eles lamentavam a falta de peixe. Lavavam as suas redes vazias tomados pelo desânimo. Sob a palavra de JESUS, eles lançam as redes nas águas profundas e são abundantemente abençoados. Tudo o que eles queriam, tudo o que eles julgavam necessário, JESUS deu para eles: peixes, muitos peixes, em outras palavras dinheiro. O que eles fazem ao retornarem para a beira da praia? Deixam tudo. Abandonam os peixes, as redes e os barcos. Por que fizerem isso? Porque ter o abençoador é melhor do que as bênçãos. Muitos querem as bênçãos de DEUS, mas não o DEUS da bênção. Muitos perseguem as bênçãos de DEUS, mas não seguem o DEUS da bênção.
JESUS nos convida à profundidade. Até quando continuaremos vivendo uma vida cristã rasa?
Agradecemos a todos que contribuíram para o projeto do Dia da Compaixão. Distribuímos em torno de 130 refeições.
Texto base: 1 Samuel 9.1-14
“O sofrimento é o megafone de Deus para um mundo ensurdecido”. (C.S. Lewis)
Quem iria imaginar que o primeiro rei de Israel seria chamado para o trono enquanto procurava jumentas? A perda de um bem precioso colocou Saul no centro da vontade de DEUS. O SENHOR usa as circunstâncias adversas para conduzir homens e mulheres ao centro da Sua soberana vontade. DEUS usou a tempestade e o grande peixe para conduzir Jonas ao centro da Sua vontade; usou a queda e a cegueira para envolver Paulo de Tarso nos Seus planos. Uma circunstância que de um ponto de vista seria uma perda, se transformou em ganho para Saul. DEUS transforma as perdas em ganhos. Alexander Solzhenitsyn, escritor e ganhador do Prêmio Pulitzer, o maior prêmio literário do mundo, passou oito anos na prisão durante a era Soviética, por ter criticado Joseph Stalin. Ele entrou ateu na prisão e saiu como uma pessoa de fé. A experiência do cárcere não o deixou amargo. Ela o deixou grato porque lá a fé dele foi desenvolvida e o caráter fortalecido. Ao recordar de sua experiência, ele diz: “Eu te abençoo, prisão – te abençôo por ter entrado em minha vida – pois lá, deitado em palha podre, foi que aprendi que o propósito da vida não é prosperar, como cresci acreditando, mas amadureci a alma”.
Vejamos algumas situações que nos conduzem para o centro da vontade de Deus:
As nossas necessidades são a porta de entrada para DEUS (v.3). A história de Saul com DEUS inicia com as jumentas perdidas. Saul acompanhado do seu servo percorreu um longo caminho a procura das jumentas. Esgotado da jornada, desanimado pela falta êxito e angustiado pela possibilidade de que o seu pai estivesse preocupado com ele, decide voltar para casa. O texto diz que as jumentas do pai de Saul se perderam. O que se perdeu na sua vida? Foi o casamento? A esperança de um filho ser restaurado? A cura de uma enfermidade? O ânimo? De modo semelhante a Saul, você tem pensado em desistir?
Muitos de nós agimos assim. Exaustos e desanimados desistimos. Não desista! Não desanime! As tuas necessidades são a porta de entrada para o centro da vontade de DEUS. Assim como DEUS usou as jumentas perdidas para entrar na vida Saul e conduzi-lo para o centro da vontade dEle, ELE usará as tuas decepções, os teus traumas e os teus fracassos para alcançar o teu coração.
DEUS é a resposta para aquilo que procuramos (v.20). Ao se encontrar com Samuel, Saul foi curado do anseio de achar as jumentas. Por intermédio do profeta, DEUS livrou o coração de Saul da preocupação. DEUS não tem a resposta, DEUS é a resposta. Antes de Saul perguntar ao profeta acerca do paradeiro das jumentas, DEUS já lhe deu a resposta. DEUS conhece os anseios mais íntimos do coração do homem. DEUS é a resposta para todos os nossos anseios. Tudo o que precisamos e procuramos, encontramos em DEUS. Somente DEUS é capaz de preencher o nosso vazio.
Quando cuidamos das coisas de DEUS, ELE cuida das nossas coisas (v.20). Saul está preocupado com os bens da sua família. Todos os seus esforços estão concentrados em encontrar as jumentas perdidas. Ao procurar o profeta, Saul não tem o intuito de buscar a vontade de DEUS, mas de suprir uma necessidade efêmera. Saul está preocupado com as jumentas, enquanto DEUS está interessado no futuro de uma nação. Os interesses de DEUS são maiores e mais nobres. Quando Saul se dispõe a fazer a vontade de DEUS, permanecendo com Samuel, as suas jumentas são encontradas. Devemos ter somente uma única preocupação em toda a nossa vida: conhecer e fazer a vontade de DEUS.
Um dos maiores missionários da história da igreja, o apóstolo Paulo, tinha somente uma preocupação: “Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas”. (2 Co 11.28). A obra de DEUS deve ser a nossa maior preocupação. Quando priorizamos a vontade de DEUS, ELE supre todas as nossas necessidades. Quando priorizamos a vontade de DEUS, ELE dá mais do que pedimos. Saul queria apenas encontrar as suas jumentas, DEUS deu a ele um grande rebanho, a nação de Israel para governar.
Faça da tua necessidade a porta de entrada para DEUS.
DEUS é a resposta para aquilo que procura.
Cuide das coisas de DEUS e O deixe cuidar das tuas coisas.
Foram distribuídas em torno de 130 refeições para as pessoas em situação de rua. Obrigado a todos que tem apoiado o “Dia da Compaixão”.
Foram distribuídas em torno de 130 refeições para as pessoas em situação de rua. Obrigado a todos que tem apoiado o “Dia da Compaixão”.
Texto base: 1 Samuel 9.6-10
“Quem não vive para servir, não serve para viver”.
(Mahatma Gandhi)
DEUS usou um homem persistente para que Saul fosse conduzido até o profeta Samuel. O texto não informa o seu nome, a sua tribo e nem a sua genealogia. No entanto, informa que ele foi usado por SENHOR para insistir que Saul fosse ao encontro do homem de DEUS. O servo de Saul é mais um de vários personagens anônimos da Bíblia que é usado para cumprir os propósitos divinos. O que aprendemos com o servo de Saul?
Devemos cumprir os propósitos de DEUS sem almejar reconhecimento. Esta personagem anônima, não é mais mencionada no decorrer do livro. O livro de 1 Samuel não faz nenhuma menção honrosa ao servo de Saul. Após Saul assumir o reinado de Israel, ele não convida aquele que o levou até o profeta Samuel para ser seu assessor, e, nem lhe oferece um lugar de destaque. Não há palavras de agradecimento. O servo apenas desaparece do cenário. Infelizmente, muitos homens e mulheres atuam na obra de DEUS em busca de reconhecimento. Quando não são reconhecidos, abandonam o que estão fazendo. O anseio por reconhecimento é uma ferrugem que corrói as engrenagens do coração. Há uma frase de Benjamin Constant, que diz: “Verifiquei que, aos homens, se devia agradecer o menos possível, porque o reconhecimento que lhes testemunhamos os convence, facilmente, de que estão a fazer demais!” Os grandes feitos de pessoas como Martin Luther King e Madre Tereza de Calcutá são reverenciados por toda a humanidade. Mas eles não realizaram esses feitos sozinhos. Servos anônimos trabalharam muito, para que os ideais deles se realizassem.
Devemos insistir com as pessoas para que busquem a DEUS. Saul apresentou motivos para não ir ao encontro do profeta. Primeiro, ele alegou que já estavam distantes e que seu pai começaria a se preocupar com eles e deixaria de se preocupar com as jumentas. Segundo, ele disse que não tinha mais recursos em seu saco de viagem para presentear o homem de DEUS. Mas o servo insistiu para que Saul entrasse na cidade em busca do profeta. Lamentavelmente, desistimos fácil das pessoas. Precisamos insistir incansavelmente para que as pessoas se voltem para DEUS. Por mais que as pessoas apresentem motivos para não se envolverem com DEUS ou com a Sua obra, devemos insistir. Assim, como um vendedor não se dá por vencido enquanto não persuadir o cliente a comprar o seu produto, devemos ter disposição maior para apresentar o evangelho. Apesar de sua condição social, o servo insistiu com Saul. Na condição de servo, ele deveria acatar a vontade de seu patrão e imediatamente voltar com ele para casa. Ele foi ousado e persuadiu o seu patrão a buscar a direção de DEUS. O mesmo fez a menina na casa de Naamã, que apesar de sua condição social, persuadiu o senhor dela a se voltar para DEUS. Certa vez alguém disse: “Grande não é o homem que se deixa persuadir pelos pensamentos da maioria, mas aquele que faz a maioria ser persuadida pelos seus”.
Devemos investir nossos recursos para levar as pessoas a DEUS. Os mantimentos do alforje se esgotaram, Saul não tinha valor algum consigo para ofertar ao profeta. O servo prontamente ofereceu o seus próprios recursos para levar Saul até o profeta. Levar as pessoas para DEUS requer investimento. Nenhum investimento é demasiado quando o objetivo é levar pessoas à DEUS. O valor de uma vida é imensurável. Ao investirmos nossos recursos demonstramos que confiamos na ação de DEUS. O servo acreditava que DEUS tinha a resposta para o anseio de Saul. O servo acreditava que DEUS resolveria a situação. Não investimos porque subestimamos o poder de DEUS. Se realmente crêssemos no poder DEUS para transformar pessoas investiríamos os nossos recursos. Ao investirmos o nosso tempo, demonstramos que confiamos na ação de DEUS. Além dos recursos financeiros, o servo investiu o seu tempo levando Saul até a cidade de Ramá para encontrar o profeta. Ele fez porque tinha convicção que a jornada não seria em vão. Para levar uma pessoa à DEUS, é necessário investir tempo. Tempo para orar por ela, para estreitar o relacionamento com ela, para compartilhar de JESUS e para discipular. Oskar Schindler, foi um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregar mulheres, crianças e idosos em sua fábrica. No final da guerra, Schindler tinha gasto toda a sua fortuna em subornos e na aquisição de produtos no mercado paralelo para ajudar os seus trabalhadores a fugir da câmara de gás nazista.
Devemos servir porque não fazemos mais que nossa obrigação. Embora o servo de Saul tenha feito muitas coisas, não fez nada além daquilo que se esperava dele. Foi para isso que ele foi enviado juntamente com Saul, por ordem de Quis, o proprietário das jumentas. Em outras palavras, ele não fez mais que sua obrigação. Tudo o que realizamos em prol do avanço da obra de DEUS, não fazemos mais do que a nossa obrigação. Não temos mérito algum em quaisquer esforços investidos no trabalho do SENHOR. Infelizmente, existem pessoas que entendem que fizeram algo extraordinário porque se esforçaram na obra do SENHOR. Mesmo que venhamos a pagar com a própria vida para a expansão do REINO de DEUS, não faremos mais do que a nossa obrigação.
Ser usado por DEUS para cumprir os Seus propósitos eternos é um privilégio imensurável. Jamais um peso ou um desgosto.
Texto-base: Atos 16.12
“É a única sociedade cooperativa no mundo que existe em benefício dos que não são membros”. (William Temple)
O presente texto apresenta os resultados do plantio da igreja na cidade de Filipos, durante a segunda viagem missionária de Paulo. O pastor irlandês John Motyer “A igreja nasceu a partir da oração, pregação e compromisso sacrificial com a obra de Deus”.
Oração (v.13). A oração foi a primeira ação deles na cidade de Filipos. Tudo começou com a oração. Antes de mover a terra é preciso mover os céus.
Pregação (v.21). O texto diz: “propagando costumes”, na Bíblia ARA diz “nos expõem costumes”. A palavra grega usada para o “propagando” – (NVI) ou “expõem” – (ARA) é “kataggellusin”, que significa proclamar. O que era propagado pelos apóstolos? O evangelho de JESUS CRISTO. Para que as pessoas se convertam é necessário pregar.
Compromisso sacrificial (v.23-24). O plantio da igreja, em Filipos, exigiu dos apóstolos entrega sacrificial. Por causa da pregação do evangelho eles foram açoitados e presos.
O plantio de igrejas produz resultados que glorificam a DEUS e abençoa pessoas. Quatro resultados acompanham o plantio de igrejas:
Pessoas são libertas (v.18). Na cidade havia uma jovem escrava possuída por um espirito de adivinhação. Essa jovem era uma fonte de lucro para os seus proprietários. O texto não diz há quanto tempo ela vivia sob a opressão do espírito maligno, mas, provavelmente, há muito sofria com a possessão. Diariamente, a jovem possessa ao cruzar pelos apóstolos denunciava a quem eles serviam e qual era o propósito deles na cidade. Certo dia, Paulo se irritou com a ação do espírito maligno e libertou a jovem. Graças a chegada da igreja na cidade, a jovem foi liberta da opressão demoníaca. Quantos jovens estão acorrentados aos vícios, a drogadição e ao crime? Sem projeção de futuro têm suas vidas ceifadas na mocidade. A igreja é a esperança para a vida desses jovens.
A cidade é impactada (v.20-21). A ação da igreja não passou despercebida na cidade. A igreja impactou a cidade. A ação da igreja agradou muitas pessoas, mas também desagradou a muitos. A cidade não foi a mesma após a ação missionária. O dever da igreja é impactar a cidade. O impacto da igreja na cidade foi tão grande que causou um terremoto (v.26). O impacto causado pela igreja foi tão grande que abalou todas as esferas da sociedade, chegando a:
Impactar os empresários (v.14-19). Lídia vendedora de tecidos se converteu (v.14-15). Os donos de escravos ficaram irritados com a igreja (v.16-19).
Impactar os magistrados (v.35-39). Açoitaram e prenderam Paulo e Silas sem julgamento e nem direito a defesa. Eles eram cidadãos romanos e deveriam ser tratados pelos magistrados com tal. (v.35-39).
Impactar a prisão (v.25-34). Após o terremoto, os missionários pregaram o evangelho para o carcereiro que se converteu e foi batizado juntamente com a família dele. As ações da igreja devem agradar os pecadores arrependidos e desagradar os que permanecem incrédulos. Infelizmente, algumas igrejas se tornaram irrelevantes para a própria cidade em que estão localizadas. Se elas fossem fechadas permanentemente a ausência delas não seria notada na cidade.
Spurgeon, o príncipe dos pregadores, impactou Londres em maior grau por meio da plantação de igrejas durante as décadas de 1860 e de 1870. Novas igrejas batistas foram fundadas, em média de mais de oito por ano entre 1856 e 1860. Quarenta e oito igrejas foram plantadas sob a orientação de Spurgeon até 1878. Ele enviava pessoas ao campo e organizava os locais em que plantariam novas igrejas. Em seguida, estabelecia no local um de seus estudantes como pastor da nova igreja.
Famílias são salvas (v.31). Durante o terremoto, o carcereiro responsável pela guarda de Paulo e Silas acordou e se deparou com os portões da cadeia abertos, desembainhou a espada para se matar. Por que o carcereiro desembainhou a espada? De acordo com a lei romana, o carcereiro deveria pagar com a própria vida pela fuga do prisioneiro, caso o número de prisioneiros fosse maior, os membros da família dele seriam mortos, conforme a quantidade de presos foragidos. O carcereiro, consumido pelo pavor da iminência da morte da sua esposa, pediu uma luz (v.29). A luz que o carcereiro pediu era a luz de uma tocha ou de uma lamparina, para averiguar se os presos haviam fugido. Mas os missionários ofereceram para eles mais que uma tocha ou uma lamparina. Eles deram uma luz para a alma e para o coração do carcereiro. Paulo e Silas apresentaram para o carcereiro JESUS, a Luz do mundo. Os missionários confortaram o carcereiro, dizendo que não seria necessário cometer suicídio porque os presos não tinham fugido. Naquela mesma noite, eles pregaram para o carcereiro, para a família dele e todos foram batizados. DEUS transformou o carcereiro e sua família. Aquele que era agressor, agora fazia curativos nas costas dos apóstolos. Por causa da ação da igreja, a família foi salva da morte física e da morte espiritual.
Pessoas são acolhidas. As pessoas que se converteram a JESUS e passaram a fazer parte da igreja de Filipos eram pessoas de classe social e etnias diferentes. Lídia era uma asiática, empresária do setor têxtil. A jovem era uma escrava grega. O carcereiro era um soldado romano veterano. Os três foram transformados pelo mesmo Evangelho e recebidos na mesma igreja. A igreja acolheu pessoas de culturas diferentes. Qual organização ou instituição consegue fazer isso? As instituições e organizações que prevalecem ao longo do tempo na cidade assistem a um público específico. Algumas instituições se esforçam para acolher todo o tipo de pessoa, mas não conseguem. A igreja é a única instituição que acolhe todas as pessoas de diferentes classes sociais e etnias que creem em JESUS. Philip Yancey escreveu: “Como é fácil nos esquecermos de que a igreja cristã foi a primeira instituição na história do mundo a nivelar judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres” [1].
As necessidades são supridas. Cada uma das três pessoas tinha necessidades diferentes. Lídia, uma mulher temente a DEUS, tinha uma necessidade intelectual – ser instruída na palavra do SENHOR. A jovem escrava – ser liberta do espírito de adivinhação. O carcereiro – ser salvo da morte, juntamente com a família. A igreja supriu a necessidade de todos. Somente o evangelho tem o poder de suprir todas as necessidades humanas. O evangelho cura a alma e restaura a dignidade humana. A igreja deve ser mais que uma reunião de domingo, deve ser ativa durante os demais dias da semana, suprindo as necessidades dos habitantes da cidade.
William Carey foi um pastor batista inglês, conhecido como o “pai das missões modernas”. Carey foi um dos fundadores da Sociedade Batista Missionária de Londres, na Inglaterra. Por meio da vida de Willian Carey, podemos os resultados do plantio de igrejas. Em 1793, deixou a Inglaterra e partiu para a Índia com a família, onde, em condições dificílimas e de oposição ferrenha, trabalhou durante 41 anos. Com a ajuda de dois missionários eles fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10 mil alunos; traduziram as Escrituras em 44 línguas; produziram gramáticas e dicionários; organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escola para meninas e o jornal na língua Bengali. Além disso, Guilherme Carey foi um dos responsáveis pela erradicação do costume “sati”, o qual queimava a viúva juntamente com o corpo do defunto numa fogueira.
A Índia foi impactada pela plantação de igrejas. Semelhantemente, podemos e devemos impactar a nossa cidade com o plantio de igrejas.