Dia 25 de Julho, das 0h às 23h59min, diversas organizações estarão orando pelo nosso Estado. A AIBASUL estará em oração em dois momentos: das 6h às 7h e das 17h às 18h.
Não fique de fora desta! Participe orando conosco!


Dia 25 de Julho, das 0h às 23h59min, diversas organizações estarão orando pelo nosso Estado. A AIBASUL estará em oração em dois momentos: das 6h às 7h e das 17h às 18h.
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Foram distribuídas em torno de 140 refeições hoje para as pessoas em situação de rua. Obrigado a todos que tem apoiado o “Dia da Compaixão”.

Texto base: Atos 14.21-28
“O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade”. (Winston Churchill)
Conta-se que uma fábrica de calçados, com a intenção de expandir suas vendas, decidiu que deveria exportar para a África. Assim, mandou para um país daquele continente dois vendedores para que eles verificassem o potencial daquele mercado e iniciassem as vendas. Aos dois foram dadas as mesmas condições: hospedagem, locomoção, diárias, tabelas de preços e informações sobre os produtos. Ao final da primeira semana eles deveriam emitir um relatório à matriz no Brasil. Um dos vendedores, antes de mandá-lo, ligou para o escritório da matriz, completamente abatido, fazendo o seguinte comentário: “Vocês devem suspender os planos de expansão e rever nossos investimentos neste país. Já comprei minha passagem de volta, pois vir para cá foi a maior roubada. Por aqui não vamos vender nada porque ninguém usa sapatos, todo mundo anda descalço!” O outro vendedor também ligou, mas ao contrário do primeiro, estava eufórico, quase não se continha e totalmente entusiasmado, foi assim falando: “Vocês devem ampliar os planos para nossos investimentos neste país. Podem contratar mais funcionários e aumentar a produção. Foi brilhante a ideia de vender nossos produtos por aqui. Vamos vender como nunca porque aqui ninguém usa sapatos, todo mundo anda descalço, por enquanto. Basta começar a oferecer!”. Oportunidade ou obstáculo? Como você se vê no desafio de plantar igrejas? A maneira como encararmos o desafio de plantar igrejas determinará o avanço ou não da obra missionária no Rio Grande do Sul.
Plantar igrejas é uma oportunidade e não um obstáculo. Devemos avaliar o Rio Grande do Sul como uma excelente oportunidade para a expansão do REINO de DEUS. Há muito espaço para o plantio de igrejas. Há muita terra para arar e lançar a semente do Evangelho. Assim cantou o compositor gaúcho: “Onde tudo que se planta cresce e o que mais floresce é o amor” [1].
Vejamos três verdades sobre o plantio de igrejas:
O plantio de igrejas é a estratégia para cumprimento da Grande Comissão (v.26). Eles completaram a missão. Como completaram a missão? Plantando igrejas. A palavra grega (ergon), traduzida para “missão” na NVI ou “obra” na ARA. O texto diz que os apóstolos cumpriram o abra, a missão, o trabalho dado pelo SENHOR. Plantar igrejas não é uma das estratégias para o cumprimento da Grande Comissão, plantar igreja é a estratégia para a realização da ordem dada pelo SENHOR JESUS. O plantio de igrejas foi a estratégia usada pelos apóstolos para resgatar as pessoas do inferno. Consideremos as ações para o plantio de igrejas:
Proclamação (v.21). A pregação das boas novas foi a primeira ação dos apóstolos. Não há como as pessoas se decidirem por JESUS se não ouvirem a proclamação do EVANGELHO.
Discipulado (v.22). O discipulado tem início, mas não tem fim. Antes de saírem da cidade, os missionários instruíram os convertidos acerca da nova vida em JESUS.
Consolidação dos resultados (v.22). Os missionários cuidaram para que os novos discípulos não fossem influenciados pelo judaísmo e nem pelo paganismo, por isso, encorajaram os fiéis a permanecerem na fé. A falta de investimento para consolidação de resultados, no discipulado, contribui para o retrocesso do trabalho missionário.
Treinamento de líderes (v.23). Os missionários instituíram presbíteros para liderarem a igreja. A identificação e treinamento de líderes é fundamental para o estabelecimento da nova igreja. Não havendo líderes, bem treinados, em pouco tempo a igreja sofrerá declínio.
Organização da igreja (v.23). A última ação é a organização física da igreja. Ela se torna autônoma e não precisa mais da parceria de outras igrejas ou da denominação para ajudá-la porque ela se torna capaz de se sustentar financeiramente e de cumprir a Grande Comissão.
O plantio de igrejas glorifica a DEUS (v.27). Os missionários relataram o que DEUS fez, e não o que eles fizeram. Quando eles se reuniram em Antioquia, da Síria, a igreja mãe, para contar acerca das igrejas que foram plantadas entre o povo gentio, o povo louvou e glorificou a DEUS pelos resultados alcançados. A obra missionária deve promover a glória de DEUS. A glória de DEUS deve ser a motivação para o plantio de igrejas. Infelizmente, líderes estão plantando igrejas pelas motivações erradas. Muitos iniciam uma plantação de igreja desejosos de construir uma comunidade segundo os seus próprios padrões. Insatisfeitos com a sua igreja de origem, iniciam a plantação de uma nova igreja, que apresente para a sociedade algo nunca visto antes, uma administração enxuta, músicas e pregações denominadas contemporâneas e principalmente, uma eclesiologia onde a liderança pastoral não possa ser questionada. Alguns líderes desejam começar uma nova igreja fundamentadas nos princípios antigos, que segundo eles, foram abandonados pela igreja atual. Na verdade, isso tudo não passa de motivação errada. O plantio de novas igreja tem como propósito glorificar a DEUS.
O plantio de igreja deve acontecer em lugares estratégicos (v.21). Paulo e Barnabé plantaram as igrejas em lugares estratégicos. Derbe, Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia, Atalaia e Panfília eram todas cidades fronteiriças [2]. Todas essas cidades eram colônias romanas [3]. Derbe era a cidade mais importante da fronteira, Antioquia da Pisídia, a cidade mais importante da Gálacia, Atalia possuía um porto marítimo e a Panfília possuía uma população multiétnica [4]. Todas essas cidades eram rotas de comércio, por estarem localizadas na fronteira, tinham um fluxo de viajantes, pessoas entravam e saíam das cidades [5]. Por serem cidades de fronteira, provavelmente o EVANGELHO tenha chegado a lugares longínquos que os apóstolos não foram. A estratégia não foi definida pelo Espírito Santo (Atos 13.4). Os missionários foram enviados pelo Espírito Santo para as cidades onde plantaram as igrejas. Pelotas é uma cidade estratégica para o plantio de novas igrejas. É a maior cidade da região sul, com 341 mil habitantes [6]. Jovens de todas regiões do Brasil vêm estudar na Universidade Federal de Pelotas. Pessoas de cidades menores dos arredores, vêm morar e trabalhar na cidade. Pelotas é uma excelente oportunidade para o plantio de igrejas. Devemos aproveitar essa oportunidade oferecida por DEUS.
Certa vez, o gerente de uma loja resolveu tirar férias e acampar com a família à beira de um belo rio nas proximidades da sua cidade. Ao procurar um lugar especial para lançar o seu anzol, acabou encontrando um velho pescador que já estava pescando por lá havia algum tempo. Ao observá-lo por alguns minutos, notou que ele media todo peixe que pegava com a palma de sua mão, de modo que, os peixes maiores que sua mão aberta eram soltos novamente no rio, enquanto os menores eram guardados. Curioso com este novo método de pescaria, o gerente aproximou-se do velho e foi logo perguntando: – Bom dia, desculpe incomodá-lo, mas estive observando o senhor por algumas horas e estou muito intrigado em saber porque guarda somente os peixes menores que sua mão e solta no rio os peixes maiores. O velho com muita tranquilidade respondeu: – É simples meu jovem, é que este é o tamanho de minha frigideira.
As oportunidades são do tamanho da nossa frigideira. A frigideira representa a nossa fé e a nossa visão, quanto maior elas forem, maior será as nossas conquistas. Diante da oportunidade de plantar uma nova igreja na cidade de Pelotas, qual é o tamanho da nossa frigideira?

Todos os domingos, às 16h, teremos culto pela internet com as crianças. Participe pelo link pibpel.com.br/kids.

Foram distribuídas em torno de 120 refeições hoje para as pessoas em situação de rua. Obrigado a todos que tem apoiado o “Dia da Compaixão”.

“Como em qualquer esfera da vida, damos mais valor àquilo que lutamos por conquistar”. (Richard Sennett)
Estando nos últimos momentos de vida, certo pai reuniu seus oito filhos para dar-lhes o último conselho. Toma nas mãos uma vara e a passa ao mais velho e lhe diz: – Quebre-a! Assim fez o rapaz, quebrando a vara sem nenhuma dificuldade. O pai, em seguida, toma a vara quebrada e a parte, fazendo oito gravetos. Ao formar um feixe, o entrega ao filho primogênito, e diz: – Tente quebrar o feixe. O jovem tentou, usou toda a sua força, e nada conseguiu. O pai então fala: – Se vocês estiverem desunidos, serão facilmente vencidos. No entanto, se estiverem unidos, vocês vencerão todas as lutas da vida. Somos filhos de DEUS, se nos mantivermos juntos seremos fortes e invencíveis. JUNTOS; esse é o tema da nossa campanha de Missões Estaduais 2020.
A unidade da igreja promove a obra missionária. Chamo a atenção para três ações da igreja de Antioquia da Pisídia: “adoravam” (v.2), “enviaram” (v.3) e “proclamaram” (v.5). Os três verbos estão no plural, indicando que foram ações coletivas. Isso nos ensina que somente JUNTOS podemos realizar a obra missionária.
Juntos avançaremos na obra missionária. Vejamos três ações para juntos avançarmos na obra missionária:
Juntos oremos pela obra missionária (v.2). Enquanto eles buscavam ao SENHOR receberam a resposta. As respostas que precisamos para o campo missionário são encontradas na oração. Três considerações acerca da oração missionária:
A oração abre portas para o avanço missionário (Cl 4.3). Encarcerado, Paulo pediu aos irmãos da igreja de Colossos que orassem para que DEUS abrisse portas. Para que ele juntamente com os seus companheiros conseguissem pregar o EVANGELHO. Devemos orar constantemente para que os corações sejam preparados para receber o testemunho missionário. Assim, como preparamos a terra antes de lançar a semente, devemos preparar os corações com oração para receber o Evangelho.
A oração desperta vocacionados para o campo missionário (Mt 9.38). Há muito campo para ser conquistado para CRISTO, por isso precisamos de vocacionados. De pessoas que digam sim para o chamado do SENHOR e vão para os campos plantar igrejas. Devemos orar por vocacionados.
A oração é fonte de poder (2 Co 10.4). Não precisamos temer nenhuma força inimiga, artimanhas humanas ou satânicas, projeto de lei contra a igreja ou perseguição, porque temos a arma mais poderosa à nossa disposição: a oração. O poder para o avanço da obra missionária está na oração da igreja. O missionário Batista, que atuou na Birmânia, Adoniram Judson Jr. disse: “Muitos crentes consagrados jamais atingirão os campos missionários com os seus próprios pés, mas poderão alcançá-los com os seus joelhos.” Era comum os seminaristas, dos dias de Spurgeon, visitarem o pregador para aprenderem algo com o grande ganhador de almas. O templo em que Spurgeon pregava possuía um sistema de aquecimento para esquentar o edifício durante o inverno, como é comum nos países da Europa. Ocorreu, porém, que numa manhã de inverno, alguns seminaristas chegaram bem cedo para ouvir o grande evangelista. Ao chegarem, um diácono saiu-lhes ao encontro. E depois de tomar ciência de que se tratavam de futuros pastores, convidou-os a conhecer o sistema de aquecimento da igreja. Passaram por algumas portas, quando de repente chegaram a uma sala onde cerca de 200 pessoas clamavam a DEUS pelo culto, pelas visitantes e pelo pregador. Juntos devemos aquecer o campo missionário com as nossas orações.
Juntos enviemos os missionários para os campos (v.3). Barnabé e Saulo foram enviados pela igreja, depois João Marcos se juntou a eles. Eles não foram para o campo missionário por iniciativa própria. Foram enviados pela igreja por ordem do ESPÍRITO SANTO. Somente a igreja tem a autoridade de enviar os missionários para o campo. Uma agência missionária ou uma associação pode ser parceira na gestão e no sustento missionário, mas somente a igreja tem a autoridade de enviar pessoas para o campo. A tarefa da igreja é despertar vocacionados, equipá-los e enviá-los para o campo missionário. Nenhum vocacionado vai sozinho para o campo, a igreja vai junto, através do sustento financeiro, das orações e do apoio logístico.
Juntos também enviemos o sustento (Fp 4.15). O apóstolo Paulo agradeceu a igreja que ele mesmo havia plantado, em sua segunda viagem missionária pelas ofertas que recebeu para o sustento missionário.
Em 22 de dezembro de 2017, participei do Culto de Consagração da Capela da Igreja Batista em Arroio dos Ratos, RS. Foi possível ver a força da cooperação, que é uma das características dos batistas. Graças à cooperação dos batistas a cidade de Arroio dos Ratos foi abençoada com uma igreja. A capela foi doação dos irmãos norte-americanos, que enviaram uma caravana para construí-la, o missionário que lidera a igreja foi enviado por uma igreja do estado do Rio de Janeiro através da Junta de Missões Nacionais. Os demais investimentos da obra missionária ficaram por conta IB Central de Porto Alegre, RS, igreja mãe, pertencente à Convenção Batista Gaúcha. JUNTOS foi a palavra que possibilitou o plantio da igreja: A igreja Batista do Rio de Janeiro enviou o casal missionário, Missões Nacionais captou os recursos, a IB Central de Porto Alegre, que é a igreja mãe, os irmãos norte-americanos que construíram a capela e a Convenção Batista Gaúcha. O missionário e mais cinco instituições cooperaram.
Juntos proclamemos o evangelho (v.5). O texto não diz “proclamou”, o que seria uma ação individual, o texto diz “proclamaram”, indicando uma ação coletiva. Paulo, Barnabé e João Marcos proclamaram o Evangelho de DEUS. A proclamação do Evangelho não é uma ação solitária, é uma ação coletiva. Fazemos isso como comunidade. Não é um indivíduo que prega o Evangelho, é a igreja. Devemos trabalhar juntos para que o Evangelho seja proclamado a todos. Quanto mais pessoas se envolverem na proclamação, mais pessoas ouvirão do Evangelho. Quantos mais pessoas se envolverem na proclamação do Evangelho, mais rápido o inferno será saqueado. O avivalista John Wesley varreu a Inglaterra com a proclamação do Evangelho. Deixou um legado para as futuras gerações, que é o movimento Metodista, que continua proclamando o Evangelho nos dias de hoje. Mas ele não fez isso sozinho, ele contou com a cooperação de outros homens de DEUS. Certa feita, ele disse: “Dai-me cem homens que nada temam senão o pecado, e que nada desejam senão a Deus, e eu abalarei o mundo”. Na tarde do dia 31 de janeiro de 1965, no Estádio do Maracanã, abarrotado de pessoas, foi realizada a Abertura oficial da Campanha Nacional de Evangelização, a maior campanha Batista de todos os tempos, com o tema: JESUS a Única Esperança, liderada pelo pastor Rubens Lopes. Duas mil igrejas, duzentos e cinquenta mil membros e presença em todo o território nacional, esses foram os alvos dos Batistas para o ano de 1965. Chegou o tempo de repetirmos tal façanha, porém, em solo gaúcho. Juntos, somente juntos, alcançaremos o Estado do Rio Grande do Sul para JESUS.
JUNTOS avançaremos na obra missionária. JUNTOS orando, JUNTOS enviando os missionários para os campos e JUNTOS proclamando o Evangelho. Encerro com as palavras que Calebe proferiu ao voltar da missão de reconhecimento: “Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos!” (Nm 13.30b).
Apesar do frio e chuva, graças às doações e o empenho dos voluntários, distribuímos 80 refeições.
Obrigado a todos que tem contribuído com o “Dia da Compaixão”.

Embora os cultos presenciais de domingo estejam suspensos, iremos realizar os cultos pela internet. Eles serão transmitidos pelo link www.pibpel.com.br/online aos domingos às 9h.