Agradecemos a todas as pessoas que tem cooperado com este projeto!
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Dia da Compaixão (06/11)
No “Dia da Compaixão” de 06/11 entregamos cerca de 150 porções de almoço.
Agradecemos a todas as pessoas que tem cooperado com este projeto!
Crescendo na Adversidade – IV

“Dentro de cada problema está uma oportunidade.” (Robert Kiyosaki)
As adversidades são inevitáveis (Jo 16.33). O próprio SENHOR JESUS disse: “No mundo, passais por aflições”. Na jornada da vida, enfrentaremos o luto, a enfermidade, o desemprego, os conflitos na família e outros mais. Nossa paz é saqueada por diversos problemas. Entretanto, em algumas adversidades que nos sucedem, somos os causadores dela. Exemplo, disto, foi a tempestade que o profeta Jonas enfrentou, ele foi o causador da tormenta que sobreveio, quando decidiu fugir da vontade de DEUS para ele. Portanto, Jonas foi responsável por todo o infortúnio que o alcançou (Jn 1). Também somos lançados para o meio da tempestade pelas circunstâncias trágicas da vida. José foi enviado para o Egito pela vontade de DEUS. Ele nada fez para que se tornasse um escravo.
Passamos por muitas adversidades (Tg 1.2). O versículo diz “passardes”, verbo que está no futuro do subjuntivo, o versículo não diz “permanecerdes nas provações”. Significa que as adversidades são passageiras, e isto é um consolo. Tenha certeza de que as adversidades são momentâneas e têm o propósito de aperfeiçoar o caráter cristão. Infelizmente, há pessoas que permanecem sofrendo por anos porque elas não foram capazes de superar as adversidades e seguir em frente. É como na universidade, o aluno avança para o próximo semestre quando obtém aprovação na disciplina. Caso ele fique reprovado, deverá cursar novamente aquela disciplina. Para avançar é preciso aprender com a adversidade. José chegou ao posto de governador do Egito porque foi provado e aprovado nas adversidades. O filosofo William Ernest escreveu: “As únicas desgraças completas são as desgraças com as quais nada aprendemos”.
DEUS nos livra na adversidade (Sl 34.19). José passou pela adversidade, não foi salvo dela. DEUS não o livrou da cisterna, nem da casa de Potifar e nem da prisão. DEUS livrou José na cisterna, na casa de Potifar e na prisão. DEUS não nos livra da adversidade, mas livra na adversidade. Creia, a sua adversidade é passageira. Aprenda com ela e se torne mais forte.
Olhe para cima (v.16). José esteve diante da maior autoridade do Egito. O faraó possuía autoridade para mandar matá-lo, caso não se agradasse de José. Um tempo de fome viria e devastaria todos os habitantes. O que José fez? Olhou para cima: “É Deus quem vai dar uma resposta”. Na adversidade olhe para cima. O socorro vem dos céus.
Seja convicto (v.32). A convicção de José foi notável. Ele afirmou diante do faraó: “Deus resolveu fazer isso e vai fazer logo”. Na mais severa adversidade José manteve a convicção em DEUS. Lamentavelmente muitos afirmam sua convicção em DEUS em dia de calmaria, mas no dia da angústia se mostram inseguros acerca da sua fé. O que você vê em meio as adversidades? Certa vez, uma mãe assentada em seu confortável sofá bordava calmamente um belo pano de prato enquanto sua filhinha brincava no chão. O bordado ia evoluindo dia a dia e caminhando para seu final, quando a filha diz à mãe: – Mamãe, o que está fazendo nesse pano? – Um belo e colorido bordado, filha! – Mas mamãe, isso não está bonito. Só vejo um emaranhado de linhas feias que não formam nenhum desenho. A mãe, calmamente, convida a filha: – Filha, suba aqui no sofá e veja a parte da frente do pano que a mamãe está bordando. – Que lindo, mamãe! Não imaginei que aquele emaranhado de linhas sem forma que estavam por trás do pano pudessem formar esse lindo desenho em sua frente! A mãe, então, aproveita a oportunidade para ensinar a filha: – Filha, nem sempre a nossa visão dos fatos é a visão plena deles. Às vezes não estamos vendo as coisas do ângulo correto. Você julgou que meu bordado estava ruim porque olhou de baixo para cima, quando o correto era você olhar de cima para baixo. Precisamos sempre confiar que DEUS está bordando o “pano da nossa vida” e buscarmos um olhar no ângulo que DEUS olha e não no nosso próprio ângulo. Por causa das adversidades, vemos a vida como um emaranhado de linhas. Você vê um casamento rompido, DEUS vê um casamento restaurado. Você vê um filho rebelde, DEUS vê um filho convertido. Você não vê a saída, DEUS é a porta. Olhe para cima, DEUS é a solução.
Sobressaiu na condição social. Pense comigo se isso não é uma grande façanha, a maior autoridade do Egito, um homem que era considerado uma divindade, juntamente com os seus assessores, tomou conselhos de um escravo.
Sobressaiu diante dos assessores e especialistas. Com certeza, faraó possuía os melhores administradores do Egito, homens cultos e com ótima formação. Faraó tinha à sua disposição os melhores especialistas nas áreas exatas e humanas. Mas foi de José que ele tomou conselhos.
Sobressaiu na religião. O Egito cultuava um panteão de deuses, e a religião comandava a gestão pública e a vida doméstica da nação. Em domínio pagão, José exaltou o nome de DEUS e fez com que a vontade de DEUS prevalecesse (v.16, 32). O próprio Faraó reconheceu o agir de DEUS (v.39.) José não precisou de posição social, de cargo ou formação acadêmica para influenciar a autoridade mais importante de sua época. A capacidade de influência era resultado do agir de DEUS na vida dele.
Necessitamos, urgentemente, de pessoas como José, que sobressaiam na sua condição social e influenciem o ambiente onde estão inseridos com o poder de DEUS. Rosa Parks, uma simples costureira impactou e influenciou uma nação inteira com a sua atitude. Ela ficou famosa, em 01 de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um branco, tornando-se o estopim do movimento que foi denominado “boicote aos ônibus de Montgomery” e, posteriormente, viria a marcar o início da luta antissegregacionista. Uma senhora sem formação acadêmica, sem ocupar um cargo de destaque, mas com uma coragem indomável influenciou uma das grandes transformações da sociedade.
Prevaleça nas adversidades, crendo que elas são passageiras. Por isso busque a visão de DEUS para influenciar e transformar o lugar onde DEUS o colocou.
Crescendo na Adversidade – III
“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.” ( Horácio )
Texto base: Gênesis 39.20-40.23
As adversidades ao invés de aniquilarem José, corroboraram para o desenvolvimento de virtudes indispensáveis para a liderança. Dr. Martyn Lloyd-Jones disse: “É trágico quando se alcança o sucesso antes de estar preparado para ele”. O propósito das adversidades é forjar o caráter e preparar-nos para desafios ainda maiores. Antes de José se tornar o primeiro ministro do Egito, DEUS usou a prisão na vida dele para desenvolver atributos fundamentais que o capacitasse a dirigir a mais potente nação do mundo.
José foi preso e contado entre os transgressores, isto faz dele um tipo de JESUS (Is 53.12). JESUS foi condenado injustamente e lançado junto aos criminosos. A prisão foi o último estágio de crescimento de José antes de se tornar o primeiro ministro do Egito. Essa foi a última prova de fogo. Na prisão José desenvolveu competências indispensáveis para a gestão.
Na adversidade desenvolvemos virtudes indispensáveis.
Vejamos 3 virtudes desenvolvidas na adversidade:
Confiabilidade (39.23). José usufruía de uma confiança inabalável por parte do carcereiro. Este sabia que aquilo que estava sob o encargo de José estava bem cuidado. O versículo enaltece a integridade de José de modo surpreendente porque cadeia não é lugar de integridade. Ninguém espera que um preso seja confiável e íntegro, mas José foi íntegro onde não se esperava integridade. Se não formos capazes de ser íntegros onde estamos, não seremos íntegros em lugar nenhum. José se mostrou confiável numa situação extremamente adversa. É no fogo da adversidade que devemos mostrar que somos confiáveis. Há um ditado popular que diz: “a ocasião faz o ladrão”. Isso não é verdade. José tinha desculpas para não ser confiável e íntegro, tinha motivos para se rebelar e usar de sua posição em benefício próprio, estava preso sem ter cometido nenhum crime. (Gn 40.15). Devemos nos mostrar confiáveis e íntegros no dia da adversidade. Se José não fosse íntegro na prisão nunca seria como primeiro ministro do Egito.
Certa vez um jovem foi a um homem sábio, pedir conselhos. O homem sábio disse que só queria saber uma coisa. Ele propôs uma situação imaginária. Ele disse – “Imagine que você nunca seria pego e ninguém seria machucado. Ninguém perderia nada. Se estas circunstâncias fossem garantidas, você mentiria por R$ 100,00?” O jovem pensou um pouco e respondeu. “Sim, por R$100,00, se ninguém saberia e ninguém seria machucado! Eu mentiria!” O sábio balançou a cabeça e disse. “Tenho outra pergunta. Você mentiria por R$ 0,10?” Furioso, o jovem indagou “Que tipo de pessoa você acha que eu sou?!” O sábio respondeu. “Eu já sei que tipo de pessoa você é. Estou apenas tentando estabelecer seu preço.”
Solidariedade (40.6-7). Solidariedade é a qualidade inerente ao homem e à mulher de DEUS. Quanto maior for o nível de liderança, mais solidário deverá ser o líder. O que é ser solidário? É o exercício da empatia e de se importar com as necessidades do próximo. José foi solidário mesmo quando foi vendido pelos próprios irmãos, submetido à condição de escravo, prisioneiro na masmorra sem ter cometido crime algum. Ele foi capaz de se preocupar com as necessidades dos outros. Apesar de todas as suas mazelas, José não olhou para si, mas viu a tristeza dos outros. Ele teve os seus problemas, as suas dores, os seus traumas, mesmo assim ele olha para o lado. Vivemos num mundo egoísta onde somente os nossos anseios e a nossa dor importa, assim, perdemos a capacidade de socorrer os outros em suas necessidades. José foi solidário em um lugar onde não se espera solidariedade. Ninguém espera solidariedade na cadeia. Num dos seus sermões do dr. Martin Luther King Jr. pronunciou: “A pergunta mais importante é: o que você está fazendo pelos outros?” Em 1992, nas paraolimpíadas de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: — “Pronto, agora vai sarar”. E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade… Por que? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.
Paciência (40.23). Depois de José ter sido solidário com um dos detentos, ele foi esquecido por dois anos. Aquele que foi ajudado por José não se lembrou mais dele. Mesmo assim José foi paciente e continuou sendo confiável e solidário. Esperar, temos muita dificuldade com esse verbo. Não gostamos de esperar. José precisou esperar o tempo de DEUS agir em seu favor. O tempo de espera foi necessário para DEUS tirar as muletas de apoio de José. Ele havia se apoiado no copeiro, mas através do tempo de espera DEUS lhe disse: “EU que vou tirá-lo da prisão, não será o copeiro”. Paciência é fruto do ESPÍRITO SANTO (cf. Gl 5.22), que é desenvolvido no discípulo nas mais severas adversidades. José teve paciência para esperar o agir de DEUS. No esquecimento da prisão foi o período que José mais cresceu. DEUS usou o tempo do esquecimento na escuridão da prisão para acelerar o amadurecimento de José. O abacate é uma fruta que, para acelerar o processo de amadurecimento, é retirada do pé, enrolada em um jornal e guardada em local escuro. Depois de uma semana a fruta está pronta para consumo. DEUS usa o mesmo processo para amadurecermos, nos arranca da zona de conforto, nos envolve nas adversidades e deixa-nos no escuro por algum tempo. Pense na adversidade como um processo de amadurecimento na tua vida.
Que a adversidade que você esteja atravessando não seja um desperdício, mas que DEUS use-a para desenvolver virtudes na tua vida.
Pastor Olavo Vigil
Dia da Compaixão (30/10)
Realizamos mais um “Dia da Compaixão”.
Distribuímos em torno de 160 porções de alimentos, realizamos culto, oferecemos atendimento médico e distribuímos roupas para a população em situação de rua.
Nossa gratidão a Deus e às pessoas que nos ajudam com recursos financeiros, investem seu tempo e se dedicam para a realização do projeto.
Crescendo na Adversidade – II

Texto base: Gênesis 39
“O caráter de um homem faz o seu destino”. (Demócrito)
O caráter de José precisou ser aperfeiçoado antes que se tornasse o governador do Egito. José precisou vencer a tentação num nível inferior antes de vencê-la no degrau mais alto de sua liderança. Se José não fosse capaz de vencer a tentação na casa de Potifar, onde a influência dele era limitada aos negócios do oficial egípcio, como venceria as tentações quando assumisse o governo do Egito? Quando José assumisse o governo do Egito, seria o responsável por toda a administração do país. Pessoas falidas e famintas viriam de toda a parte do mundo para comprar mantimentos para a sobrevivência. Todas as negociações financeiras seriam feitas por ele. Imagine um homem sem caráter, com todo esse poder. Ele poderia usurpar o direito dos desvalidos, se deitaria com as mulheres dos viajantes e se corromperia muito fácil.
Abraham Lincoln, um dos maiores estadistas do mundo, disse: “Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” Se José não fosse capaz de vencer a tentação na casa de Potifar, jamais venceria as tentações que surgissem no posto de governador do Egito. Ao lermos a história da família de Jacó, embora a narrativa destaque a biografia de José, o capítulo 37.2 começa assim: “Esta é a história da família de Jacó…” e, no capítulo 38, a narrativa acerca dos acontecimentos com José é interrompida abruptamente para relatar o fracasso de Judá, seu irmão mais velho. Somos arrebatados com o drama vivido por José no capítulo 37, então, inesperadamente, o drama é suspenso para narrar, no capítulo 38, o fracasso moral de Judá. Assim, nos perguntamos: Qual foi o objetivo do autor sagrado com isso? – Mostrar que onde fracassou Judá, José venceu (Gn 38.26). Quando Er, o filho mais velho de Judá, casado com Tamar, morreu, Judá prometeu dar outro filho em casamento para não a deixar sem descendência. Infelizmente, Judá não honrou a sua palavra e ainda se deitou com a própria nora.
José é o que chamamos na teologia de um “tipo de JESUS”. Adão fracassou em obedecer a DEUS e se deixou vencer pela tentação (Gn 3). Assim, como JESUS no deserto venceu a tentação e o Tentador (Mt 4.1-11), antes de iniciar o seu ministério para salvar a humanidade, José também venceu o pecado antes de se tornar o governador do Egito e salvar a humanidade da fome. DEUS usou a adversidade para aperfeiçoar o caráter de José. Isso nos lembra o que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu: “As dificuldades são o aço estrutural que entra na construção do caráter”. O caráter de José foi testado constantemente. Todos os dias o pecado bateu na porta do coração de José (v.9). Porém, o jovem hebreu reconhecia três razões para não ceder à tentação:
Potifar confiava nele (v.8). José não destruiria a credibilidade que levara cerca de dez anos para conquistar. A confiança adquirida com anos de dedicação e zelo, poderia ser destruída num instante de fraqueza.
Ela era mulher de outro homem (v.9). Provavelmente, ela fosse uma mulher muito bonita, vestisse roupas caras, estivesse bem maquiada e usasse um excelente perfume, porém, não era a mulher dele. José tinha consciência de que por mais bonita que ela fosse, pertencia a outro homem.
Ele temia a DEUS (v.9). O temor a DEUS livrou José de cair em pecado. Na hipótese de pecar, Potifar nem saberia que José e sua esposa eram amantes, mas ele a rejeitou porque DEUS saberia. Somente o temor a DEUS nos mantém longe das armadilhas do pecado.
Apesar de todos os esforços de José, a túnica dele ficou nas mãos da mulher de Potifar. Ele perdeu as vestes, mas manteve a integridade do caráter.
DEUS usa a adversidade para aperfeiçoar o caráter. E cabe perguntar: Do que você está disposto a abrir mão para manter um caráter íntegro?
Recursos financeiros (v.6). Potifar entregou tudo o que tinha nas mãos de José, inclusive o dinheiro dele. José não recebia salário por ser um escravo, mas administrava os recursos financeiros da casa e dos negócios de Potifar. Ele tinha autonomia para investir o dinheiro como bem entendia. Entretanto, para preservar seu caráter íntegro, ele abriu mão da gestão financeira.
Há pessoas que fazem qualquer coisa por dinheiro. Negligenciam a família, acabam com a saúde e se desfazem de amigos. Certa vez, perguntaram a John D. Rockefeller, o primeiro homem a se tornar um bilionário, quanto dinheiro um homem precisaria ganhar para ficar satisfeito. Então, ele respondeu: “Apenas um pouco mais”. O dinheiro não é maligno. Precisamos de dinheiro para comer, beber, vestir e para ter onde morar. Todos gostamos de dinheiro e gostaríamos de ter mais dinheiro. Não há nada de errado em desejar ter mais dinheiro e trabalhar para isso. A pergunta é: “A que custo?” Você se corromperia para ter mais dinheiro?
Posição social (v.9). Por duas vezes José perdeu a túnica. A primeira túnica que lhe tiraram concedia a ele a posição de filho preferido (Gn 37.3). Jacó, seu pai, nutria um sentimento especial por José. Até aquele momento, ele era o único filho com Raquel, a esposa amada, por quem trabalhou quatorze anos. Jacó fizera um acordo com Labão, o seu sogro, de que trabalharia sete anos cuidando dos rebanhos em troca do casamento com Raquel. Depois de sete anos de trabalho, ao invés de entregar Raquel, Labão entregou Lia, a filha mais velha. Enganado por Labão, Jacó se viu obrigado a trabalhar mais sete anos para pagar o dote de Raquel. E, como se isso fosse pouco, Raquel esteve estéril por muitos anos até que veio a conceber de José. Por essa razão, José era tão especial.
Os irmãos de José, motivados pelo ódio e pelo ciúme, arrancaram-lhe a túnica de filho preferido. Isso também faz de José um tipo de JESUS. O filho amado de DEUS, JESUS (Mt 3.17), teve a Sua túnica arrancada (Mt 27.35). A segunda túnica tirada lhe dava a posição de administrador. No versículo 9, José afirmou: “Nesta casa eu mando tanto quanto ele”. José desfrutava de uma posição de confiança e de destaque. Ele era o chefe de todos os empregados da casa e administrava todos os bens de Potifar. Além, de desfrutar de uma posição invejável a vista dos escravos do Egito. Enquanto os vassalos trabalhavam debaixo dos açoites de seus capatazes, José gozava de uma posição social almejada por muitos egípcios. José abriu mão da posição social para manter o caráter íntegro. Reflita, o que mais importa é o seu status ou quem você realmente é?
Sua reputação (v.14). “Este hebreu”, a mulher de Potifar se refere a José de forma pejorativa. Ela reúne os empregados e macula a imagem de José, mentindo que ele tentara estuprá-la. A boa imagem de José com os empregados e com Potifar foi jogada na lama com a falsa acusação. A reputação que José levou anos para construir, foi destruída por uma mulher vingativa. José preferiu perder sua reputação e manter o seu caráter incorruptível. Abraham Lincoln disse: “O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real”. Os irmãos de José arrancaram-lhe a túnica de filho preferido, mas não arrancaram a integridade dele. A mulher de Potifar tocou nas roupas de José, mas não tocou na alma dele. Ela lançou a reputação de José na lama, mas não sua índole. Vivemos numa sociedade preocupada com a reputação, mas desleixada com a integridade do caráter.
José abriu mão de recursos financeiros, de posição social e de uma ótima reputação, porém, em circunstância alguma, abriu mão de um caráter imaculado. A cada adversidade e sofrimento ele diminuía no conceito dos homens e crescia na plenitude de um caráter aprovado. Até que se tornou perfeitamente habilitado para governar a poderosa nação egípcia, preservando, assim, o mundo da destruição pela fome.
Pastor Olavo Vigil
Dia da Compaixão (23/10)
Todos são bem-vindos no “Dia da Compaixão”. Agradecemos as doações, orações, tempo e trabalho dedicados para que o projeto tenha continuidade.
Nesta semana distribuímos mais de 180 porções de alimentos. Realizamos culto, atendimento médico, distribuição de roupas.
Se você deseja participar, entre em contato conosco. Será um prazer incluí-lo nesta missão!
Dia da Compaixão (16/10)
Apesar da chuva, foram distribuídas em torno de 170 porções de um almoço gostoso e nutritivo para moradores em situação de rua em Pelotas.
O projeto “Dia da Compaixão” conta com doações para ser realizado. Nossa gratidão às pessoas que doam seu tempo, recursos financeiros, dons e talentos para levarmos dignidade à esta parcela da população.
10h30min – Atendimento médico
11h30min – Culto
12h – Almoço
13h – Doações de roupas e calçados
Dia da Compaixão (09/10)
“Dia da Compaixão” é o nome do nosso projeto que atende moradores em situação de rua todas às quartas-feiras. Hoje distribuímos em torno de 160 porções de alimentos preparados com muito carinho!
A partir da próxima quarta-feira, teremos atendimento médico com o Dr. Gustavo.
10:30 – atendimento médico
11:30 – culto
12:00 – almoço
Nossa gratidão a todas as pessoas que apoiam o projeto e fazem com que nossa igreja seja relevante na comunidade pelotense!
Dia da Compaixão (02/10)
Toda quarta-feira, no “Dia da Compaixão”, abrimos nossa igreja para proporcionarmos que os moradores em situação de rua da nossa comunidade possam fazer uma refeição digna, bem elaborada e nutritiva.
Apesar da forte chuva, ontem tivemos um número considerável de pessoas no culto e distribuímos em torno de 130 porções de alimentos.
Agradecemos a todos que apoiam o nosso projeto com seu tempo, trabalho, recursos financeiros e orações!
