No “Dia da Compaixão”, quarta-feira, tivemos o privilégio de servir 150 porções de alimentos para a população em situação de rua.
Nossa gratidão pelas doações e pelos voluntários que se dedicam para que tudo seja feito com excelência!!!

No “Dia da Compaixão”, quarta-feira, tivemos o privilégio de servir 150 porções de alimentos para a população em situação de rua.
Nossa gratidão pelas doações e pelos voluntários que se dedicam para que tudo seja feito com excelência!!!
Em razão da forte chuva, recebemos um número menor de pessoas no “Dia da Compaixão”. Mesmo assim, distribuímos em torno de 90 porções de alimentos para a população em situação de rua da comunidade pelotense.
Agradecemos a contribuição de todos!

Texto base: 1 Samuel 9.1-14
“O sofrimento é o megafone de Deus para um mundo ensurdecido”. (C.S. Lewis)
Quem iria imaginar que o primeiro rei de Israel seria chamado para o trono enquanto procurava jumentas? A perda de um bem precioso colocou Saul no centro da vontade de DEUS. O SENHOR usa as circunstâncias adversas para conduzir homens e mulheres ao centro da Sua soberana vontade. DEUS usou a tempestade e o grande peixe para conduzir Jonas ao centro da Sua vontade; usou a queda e a cegueira para envolver Paulo de Tarso nos Seus planos. Uma circunstância que de um ponto de vista seria uma perda, se transformou em ganho para Saul. DEUS transforma as perdas em ganhos. Alexander Solzhenitsyn, escritor e ganhador do Prêmio Pulitzer, o maior prêmio literário do mundo, passou oito anos na prisão durante a era Soviética, por ter criticado Joseph Stalin. Ele entrou ateu na prisão e saiu como uma pessoa de fé. A experiência do cárcere não o deixou amargo. Ela o deixou grato porque lá a fé dele foi desenvolvida e o caráter fortalecido. Ao recordar de sua experiência, ele diz: “Eu te abençoo, prisão – te abençôo por ter entrado em minha vida – pois lá, deitado em palha podre, foi que aprendi que o propósito da vida não é prosperar, como cresci acreditando, mas amadureci a alma”.
Vejamos algumas situações que nos conduzem para o centro da vontade de Deus:
As nossas necessidades são a porta de entrada para DEUS (v.3). A história de Saul com DEUS inicia com as jumentas perdidas. Saul acompanhado do seu servo percorreu um longo caminho a procura das jumentas. Esgotado da jornada, desanimado pela falta êxito e angustiado pela possibilidade de que o seu pai estivesse preocupado com ele, decide voltar para casa. O texto diz que as jumentas do pai de Saul se perderam. O que se perdeu na sua vida? Foi o casamento? A esperança de um filho ser restaurado? A cura de uma enfermidade? O ânimo? De modo semelhante a Saul, você tem pensado em desistir?
Muitos de nós agimos assim. Exaustos e desanimados desistimos. Não desista! Não desanime! As tuas necessidades são a porta de entrada para o centro da vontade de DEUS. Assim como DEUS usou as jumentas perdidas para entrar na vida Saul e conduzi-lo para o centro da vontade dEle, ELE usará as tuas decepções, os teus traumas e os teus fracassos para alcançar o teu coração.
DEUS é a resposta para aquilo que procuramos (v.20). Ao se encontrar com Samuel, Saul foi curado do anseio de achar as jumentas. Por intermédio do profeta, DEUS livrou o coração de Saul da preocupação. DEUS não tem a resposta, DEUS é a resposta. Antes de Saul perguntar ao profeta acerca do paradeiro das jumentas, DEUS já lhe deu a resposta. DEUS conhece os anseios mais íntimos do coração do homem. DEUS é a resposta para todos os nossos anseios. Tudo o que precisamos e procuramos, encontramos em DEUS. Somente DEUS é capaz de preencher o nosso vazio.
Quando cuidamos das coisas de DEUS, ELE cuida das nossas coisas (v.20). Saul está preocupado com os bens da sua família. Todos os seus esforços estão concentrados em encontrar as jumentas perdidas. Ao procurar o profeta, Saul não tem o intuito de buscar a vontade de DEUS, mas de suprir uma necessidade efêmera. Saul está preocupado com as jumentas, enquanto DEUS está interessado no futuro de uma nação. Os interesses de DEUS são maiores e mais nobres. Quando Saul se dispõe a fazer a vontade de DEUS, permanecendo com Samuel, as suas jumentas são encontradas. Devemos ter somente uma única preocupação em toda a nossa vida: conhecer e fazer a vontade de DEUS.
Um dos maiores missionários da história da igreja, o apóstolo Paulo, tinha somente uma preocupação: “Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas”. (2 Co 11.28). A obra de DEUS deve ser a nossa maior preocupação. Quando priorizamos a vontade de DEUS, ELE supre todas as nossas necessidades. Quando priorizamos a vontade de DEUS, ELE dá mais do que pedimos. Saul queria apenas encontrar as suas jumentas, DEUS deu a ele um grande rebanho, a nação de Israel para governar.
Faça da tua necessidade a porta de entrada para DEUS.
DEUS é a resposta para aquilo que procura.
Cuide das coisas de DEUS e O deixe cuidar das tuas coisas.
Pastor Olavo Vigil
A reunião será no sábado às 19h15.
Aproveite e curta a página do grupo da Juventude no Facebook: facebook.com/KairosPIBPel
Hoje, no “Dia da Compaixão”, distribuímos 180 porções de alimentos para a população em situação de rua.
Nosso público alvo aumentou consideravelmente desde que iniciamos o projeto.
Realizamos culto aberto à comunidade às 11h e almoço às 12h.
Agradecemos as doações, à equipe que trabalha incansavelmente para realizarmos o projeto todas as quartas-feiras e a Deus pelo privilégio que nos concede de sermos seus cooperadores.
Texto base: Samuel 9.6-10
“Quem não vive para servir, não serve para viver”. (Mahatma Gandhi)
DEUS usou um homem persistente para que Saul fosse conduzido até o profeta Samuel. O texto não informa o seu nome, a sua tribo e nem a sua genealogia. No entanto, informa que ele foi usado por DEUS para insistir que Saul fosse ao encontro do homem de DEUS. O servo de Saul é mais um de vários personagens anônimos da Bíblia que é usado para cumprir os propósitos divinos. O que aprendemos com o servo de Saul?
Devemos cumprir os propósitos de DEUS sem almejar reconhecimento. Esta personagem anônima, não é mais mencionada no decorrer do livro. O livro de 1 Samuel não faz nenhuma menção honrosa ao servo de Saul. Após Saul assumir o reinado de Israel, ele não convida aquele que o levou até o profeta Samuel para ser seu assessor, e, nem lhe oferece um lugar de destaque. Não há palavras de agradecimento. O servo apenas desaparece do cenário. Infelizmente, muitos homens e mulheres atuam na obra de DEUS em busca de reconhecimento. Quando não são reconhecidos, abandonam o que estão fazendo. O anseio por reconhecimento é uma ferrugem que corrói as engrenagens do coração. Há uma frase de Benjamin Constant, que diz: “Verifiquei que, aos homens, se devia agradecer o menos possível, porque o reconhecimento que lhes testemunhamos os convence, facilmente, de que estão a fazer demais!” Os grandes feitos de pessoas como Martin Luther King e Madre Tereza de Calcutá são reverenciados por toda a humanidade. Mas eles não realizaram esses feitos sozinhos. Servos anônimos trabalharam muito, para que os ideais deles se realizassem.
Devemos insistir com as pessoas para que busquem a DEUS. Saul apresentou motivos para não ir ao encontro do profeta. Primeiro, ele alegou que já estavam distantes e que seu pai começaria a se preocupar com eles e deixaria de se preocupar com as jumentas. Segundo, ele disse que não tinha mais recursos em seu saco de viagem para presentear o homem de DEUS. Mas o servo insistiu para que Saul entrasse na cidade em busca do profeta. Lamentavelmente, desistimos fácil das pessoas. Precisamos insistir incansavelmente para que as pessoas se voltem para DEUS. Por mais que as pessoas apresentem motivos para não se envolverem com DEUS ou com a Sua obra, devemos insistir. Assim, como um vendedor não se dá por vencido enquanto não persuadir o cliente a comprar o seu produto, devemos ter disposição maior para apresentar o evangelho. Apesar de sua condição social, o servo insistiu com Saul. Na condição de servo, ele deveria acatar a vontade de seu patrão e imediatamente voltar com ele para casa. Ele foi ousado e persuadiu o seu patrão a buscar a direção de DEUS. O mesmo fez a menina na casa de Naamã, que apesar de sua condição social, persuadiu o senhor dela a se voltar para DEUS. Certa vez alguém disse: “Grande não é o homem que se deixa persuadir pelos pensamentos da maioria, mas aquele que faz a maioria ser persuadida pelos seus”.
Devemos investir nossos recursos para levar as pessoas a DEUS. Os mantimentos do alforje se esgotaram, Saul não tinha valor algum consigo para ofertar ao profeta. O servo prontamente ofereceu o seus próprios recursos para levar Saul até o profeta. Levar as pessoas para DEUS requer investimento. Nenhum investimento é demasiado quando o objetivo é levar pessoas à DEUS. O valor de uma vida é imensurável. Ao investirmos nossos recursos demonstramos que confiamos na ação de DEUS. O servo acreditava que DEUS tinha a resposta para o anseio de Saul. O servo acreditava que DEUS resolveria a situação. Não investimos porque subestimamos o poder de DEUS. Se realmente crêssemos no poder DEUS para transformar pessoas investiríamos os nossos recursos. Ao investirmos o nosso tempo, demonstramos que confiamos na ação de DEUS. Além dos recursos financeiros, o servo investiu o seu tempo levando Saul até a cidade de Ramá para encontrar o profeta. Ele fez porque tinha convicção que a jornada não seria em vão. Para levar uma pessoa à DEUS, é necessário investir tempo. Tempo para orar por ela, para estreitar o relacionamento com ela, para compartilhar de JESUS e para discipular. Oskar Schindler, foi um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregar mulheres, crianças e idosos em sua fábrica. No final da guerra, Schindler tinha gasto toda a sua fortuna em subornos e na aquisição de produtos no mercado paralelo para ajudar os seus trabalhadores a fugir da câmara de gás nazista.
Devemos servir porque não fazemos mais que nossa obrigação. Embora o servo de Saul tenha feito muitas coisas, não fez nada além daquilo que se esperava dele. Foi para isso que ele foi enviado juntamente com Saul, por ordem de Quis, o proprietário das jumentas. Em outras palavras, ele não fez mais que sua obrigação. Tudo o que realizamos em prol do avanço da obra de DEUS, não fazemos mais do que a nossa obrigação. Não temos mérito algum em quaisquer esforços investidos no trabalho do SENHOR. Infelizmente, existem pessoas que entendem que fizeram algo extraordinário porque se esforçaram na obra do SENHOR. Mesmo que venhamos a pagar com a própria vida para a expansão do REINO de DEUS, não faremos mais do que a nossa obrigação.
Ser usado por DEUS para cumprir os Seus propósitos eternos é um privilégio imensurável. Jamais um peso ou um desgosto.
Pastor Olavo Vigil
Texto base: Êxodo 33.12-23
“Permanece um sentimento de que DEUS também está na jornada”. (Teresa de Ávila)
A vida é uma jornada. Pode ser curta ou longa. A vida é uma jornada cheia de imprevistos. Ninguém prevê sepultar um filho ou ter de enfrentar uma quimioterapia. A vida também é uma jornada de altos e baixos. Há momentos em que celebramos conquistas como a aquisição de um imóvel, o casamento, o nascimento de uma criança, a colação de grau, mas também há momentos em que o coração é esmagado pelo luto, dor que poderá durar dias, semanas e até mesmo anos.
A jornada da vida de Moisés não foi diferente, mesmo sendo um homem de DEUS, por muitas vezes a vida o surpreendeu com os reveses. O que este personagem bíblico nos ensina é que o sucesso da jornada não está no que a vida nos oferece, mas como lidamos com ela. Aprendamos com Moisés três ações para uma jornada bem sucedida:
Conheçamos os propósitos de DEUS (v.13). Para vivermos os propósitos de DEUS precisamos conhecê-los. Moisés pede para que DEUS revele os Seus propósitos (caminhos). DEUS tem propósitos para a nossa vida. Propósitos que se revelam através da Bíblia.
Busquemos a presença de DEUS (v.15). Devemos desejar desenfreadamente a presença de DEUS. Um homem sem DEUS é um homem vazio. A presença de DEUS deve ser cultivada através da oração, do estudo sistemático da Bíblia e da comunhão com os santos. A presença de DEUS é uma promessa para todos os dias de nossa existência em quaisquer circunstância que vivamos (cf. Sl 23.4 e Mt 28.20).
Promovamos a glória de DEUS (v.18). Wiersbe, ao comentar este texto, afirma que o verdadeiro servo de DEUS preocupa-se mais com a glória de DEUS do que qualquer outra coisa. A glória de DEUS é o alvo da vida de um homem. O homem não deve almejar outra coisa que não seja a glória do seu CRIADOR e REDENTOR. A alegria do servo de DEUS está em promover a glória do seu SENHOR em todas as áreas de sua vida.
A jornada da vida não é vã quando conhecemos os seus propósitos, se vivemos na companhia Daquele que nos ama (DEUS) e, se por meio de nossos atos, a glória DEUS é proclamada.
Conhecemos e vivemos os propósitos de DEUS? Buscamos com todas as nossas forças a doce e poderosa presença de DEUS? Vivemos de maneira que a glória de DEUS seja promovida em todas as áreas de nossa vida?
Que a efêmera jornada de nossas vidas tenha o propósito, a presença e a glória de DEUS.
Pastor Olavo Vigil
O “Dia da Compaixão” é o dia de distribuir refeições preparadas com muito carinho para a população em situação de rua.
Hoje foram distribuídas em torno de 160 porções. Gratidão a Deus e às pessoas que têm sido nossas parceiras neste trabalho.

Texto base: Mateus 14.13-21
“No meio do caos há sempre uma oportunidade”. (Sun Tzu)
O texto fala de uma crise: mais de cinco mil pessoas num lugar deserto, doentes e famintas, e tudo o que se dispõe é de apenas cinco pães e dois peixes. Hão de concordar que humanamente isso é uma crise insolúvel. É impossível saciar a fome de tanta gente com tão pouco recurso. Nos deparamos com situações semelhantes na vida que julgamos ser impossível resolver. Neste texto, vamos ver que das três ações empreendidas para vencer a crise somente uma delas é transcendente, as outras são humanas. A responsabilidade de vencer é nossa, por isso, devemos aprender com JESUS como vencer a crise. Vejamos o que fazer na crise?
Faça uma leitura da atual situação (v.14). Ao ver a multidão, JESUS faz uma leitura correta do status quo do povo. Por causa de nossa miopia espiritual, não conseguimos fazer a leitura correta para apresentar uma resposta eficaz diante da crise. Passamos por crises no casamento, na família com filhos problemáticos, temos que lidar com doenças emocionais e físicas. Na maioria das vezes, somos vencidos pela crise porque não sabemos fazer a leitura correta do momento que estamos vivendo. Não sabemos explicar de forma racional o que estamos passando – apenas lamentamos a crise que enfrentamos. Faça uma autoavaliação. A Bíblia nos orienta a constantemente fazermos uma autoavaliação (cf. Sl 139.23-24, 1 Co 11.28). Faça um levantamento das necessidades. Qual era a necessidade imediata do povo? Cura para as suas doenças e alimento. Peça a DEUS discernimento para entender o tempo presente. Clamar a DEUS para que ele nos dê capacidade para discernir o que está acontecendo conosco e ao nosso redor.
Valorize o que você tem (v.17). Foi com aqueles cinco pães e três peixes que tudo começou. Pense comigo: O que seria da multidão se os cinco pães e dois peixes fossem deixados para traz? Não teria pão e nem peixe para ser multiplicado. A crise provoca a desvalorização do que temos. Em meio à crise precisamos valorizar o que temos. Se você não valorizar o que tem ninguém valorizará. Valorize o que JESUS valoriza. JESUS não desprezou os cinco pães e dois peixes. JESUS disse: “traga para mim”. Talvez eles tenham pensado: “Será que ELE vai comer sozinho na nossa frente?” Em meio à crise o que você tem pode ser pouco, mas é com esse pouco que JESUS fará muito. É com o que você tem que JESUS fará o milagre.
Organize-se (v.19). O evangelho de Marcos 6.39-40, diz que JESUS, antes de realizar, o milagre organizou a multidão em grupos de cem e de cinquenta. Antes de DEUS multiplicar o azeite da viúva, Eliseu ordenou que ela se organizasse pedindo vasilhas vazias emprestadas, e não poucas, para os vizinhos (cf. 2 Rs 4.1-7). Antes que chovesse, Noé se organizou para salvar a família dele do dilúvio (Gn 6). Neemias organizou o povo para a reconstrução do muro de Jerusalém, mas antes fez uma ronda noturna para avaliar a dimensão da obra a ser realizada (cf. Ne 2.11-16 e 3). Organização é uma questão de fé. Somente se organiza aquele que realmente crê que DEUS fará um milagre. Se não cremos que acontecerá um milagre porque devemos nos organizar? Precisamos nos preparar para aquilo que DEUS vai fazer em nossa vida e através dela.
Olhe para cima (v.19). Faça tudo o que está ao teu alcance: a leitura correta da situação, a valorização do que tem e a organização dos recursos à sua disposição, então, olhe para cima. Tire os olhos da crise e olhe para aquele que é maior que a crise. Eu ouvi uma frase recentemente: “O céu não está em crise!”. Ao focarmos na crise, nosso coração fica preso nas circunstâncias e nas impossibilidades. Ao focarmos na crise sufocamos a nossa fé. Precisamos olhar para cima – é do céu que vem o milagre.
Vença a crise aplicando os princípios ensinados por JESUS.
Pastor Olavo Vigil