A Igreja e a Excelência

“…Passo agora a mostrar-lhes um caminho ainda mais excelente”. (1 Co 12.31)
“Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A busca da excelência não deve ser um objetivo e sim um hábito”. (Aristóteles)

Como gostamos de ser bem recebidos, com um belo sorriso e uma saudação calorosa quando vamos comprar um produto ou solicitar um serviço. E melhor ainda, quando somos encaminhados a um ambiente limpo e orgnizado, com colaboradores atenciosos e educados, que estão prontos para nos oferecer a solução mais adequada às nossas necessidades. Organizações de excelência buscam essa postura, e utilizam-na como diferencial, pois sabem que o ser humano é atraído pela excelência e encantado pela qualidade.!
A igreja também foi esclhida por DEUS para ser exemplo de excelência e qualidade neste mundo. Para atrair e encantar as pessoas com sua mensagem de amor e salvação, que quando aliadas a um ambiente de excelência e zelo, produzem frutos eternos! A Bíblia demonstra que o padrão esperado por DEUS, nao é nada menos que o nosso melhor para sua obra.
De acordo com Salomão, nossas ações devem estar pautadas em níveis de excelência que superam a mediocricidade ou normalidade, pois “Tudo que você tiver de fazer faça o melhor que puder” (Ec 9.10), igualando as pessoas displicentes e negligentes co os que arruínam a obra. Já em Jeremias, encontramos Deus com severa advertência aos despreocupados com qualidade de seu serviço a DEUS. “Maldito aquele que é relaxado no serviço de Deus!” (Jr 48.10).
No livro de Malaquias, capítulo primeiro, DEUS repreende o povo de Israel por oferecer os seus piores animais como ofertas.
Eles intencionalmente escolhiam animais doentes, cegos, aleijados ou de má aparência para entragarem no altar. O profeta exortou-os afirmando que se não era para ofereceremo melhor, que não trouxessem nada, pois a mentalidade é de que “qualquer coisa serve. É só para Deus mesmo” não era aceitável!
Esse padrão de qualidade não foi extinto no Novo Testamento. Paulo em sua carta aos colossenses ordena: “O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas.” (Cl 3:23). Estendendo esse nível de excelência para todos os serviços realizados pelo cristão na igreja ou fora dela. De acordo com Bill Hybels a “excelência honra a DEUS e inspira as pessoas.”, e Bob Russel, concorda afirmando que “se o trabalho está relacionado com o REINO de DEUS, ele merece nossa máxima dedicação, mediocridade gera indiferença, mas a qualidade atrai”.
A cada semana, nossas celebrações, cultos infantis e eventos podem tornar-se melhores e mais atraentes aos perdidos, se obedecermos à ordem que foi dada a Josué, “Esforça-te, e tem bom ânimo; […] Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo” – (Js 1.6-7).

Pr. Olavo Vigil

PERSEGUINDO AS PROMESSAS

“De todas as boas promessas do Senhor à nação de Israel, nenhuma delas falhou; todas se cumpriram”. (Js. 21:45)

“A maneira como você responde às promessas de DEUS determina aquilo que ELE fará na sua vida”. (Warren W. Wiersbe)

O livro de Gênesis conta a história da jornada da vida de homens de DEUS. Os patriarcas da fé: Abraão, Isaque, Jacó e José. Homens que pela fé superam adversidades humanamente intransponíveis e testemunharam da graça e do poder de DEUS por onde andaram. Homens como nós, imperfeitos, que venceram o próprio pecado. Abraão mentiu sobre Sara ser sua mulher (Gn. 20:2). Isaque também mentiu sobre Rebeca ser sua mulher (Gn. 26:7). e Jacó era um enganador. Contudo, eles cresceram no conhecimento e na dependência de DEUS a tal ponto que deixaram um legado de fé e obediência ao SENHOR.

Vamos examinar a jornada da vida de Abrão. No Novo Testamento, Tiago, o irmão do SENHOR JESUS o chama de pai da fé (Tg. 2:21). Abrão deixou a sua terra e a sua parentela para prosseguir as promessas de DEUS. Vamos imaginar que durante a jornada de Abrão, as pessoas deviam perguntar: – O que você está perseguindo? A resposta de Abrão teria sido – Persigo as promessas de DEUS. Se essa pergunta fosse feita a você hoje, qual seria a sua resposta? O que você está perseguindo? Fama? Dinheiro? Reconhecimento? Status? Prazeres efêmeros? O que você persegue?

O pregador inglês Joseph Barker, disse: “Grandes vidas são moldadas por grandes promessas”. As promessas de Deus são uma garantia de uma jornada bem-sucedida.

Por intermédio de Abrão veio o seu descendente JESUS. Todas as promessas da Bíblia apontam para JESUS. Todos os que creem em JESUS se tornam herdeiros das promessas de Abrão e, por conseguinte, herdeiros da promessa de DEUS. O lar celestial é a nossa terra prometida. Deus nos abençoa para que sejamos bênção para outras vidas na jornada conosco. Recebemos as promessas de DEUS para compartilhar com os outros. A fé cristã compartilha, a fé cristã é altruísta.

Pr. Olavo Vigil

Para celebrar conquistas

Texto base: Josué 6.1-21

“O povo de DEUS não luta simplesmente pela vitória, mas sim em vitória, pois o Senhor já venceu a batalha”. (Warren Wiersbe)

A derrubada dos muros de Jericó e a posse da terra não foram conquistas de um único dia. Foram sete dias de marcha – para que os israelitas definitivamente celebrassem a conquista. O povo de DEUS passou por alguns estágios antes de obter o prêmio. Examinemos os estágios dessas conquistas:

O Estágio da Instrução (v.1-7). Os israelitas ouviram atentamente as instruções de DEUS por intermédio de Josué. Ele contou em minúcias o plano de DEUS para o povo. Devemos ouvir o que DEUS tem para nós porque o SENHOR tem instruções para a nossa vida.

O Estágio da Obediência (v.8-11). Neste estágio o povo ouviu e obedeceu às ordens de DEUS. E a obediência levou o povo à vitória. Quantas pessoas levam rasteiras e mais rasteiras da vida por não obedecerem a PALAVRA de DEUS? A obediência à voz do SENHOR dá vitória ao crente.

O Estágio da Intervenção DEUS. DEUS é poderoso para realizar o impensável em nós e no ambiente ao nosso redor. Em nós há muralhas para cair. São as situações impossíveis que somente DEUS pode solucionar. Mas, é certo que o tempo e os primeiros obstáculos causam desânimo e desistimos de lutar pela conquista.

Vejamos três conselhos bíblicos para celebrar conquistas:

Valorize os pequenos começos (v11). O povo de DEUS viu algo magnífico, sem precedentes na história, algo nunca ocorrido antes. As muralhas de Jericó caíram, o povo de DEUS conquistou a cidade. Muitos de nós queremos ver DEUS realizar algo tremendo em nossa vida. Seja no nosso casamento, em nossa família, em nossa igreja ou em nossa cidade. Todos nós admiramos as coisas notáveis. Grandes pessoas, grandes monumentos, grandes acontecimentos, grandes milagres. Tudo o que é grandioso nos fascina. Contudo, tudo o que é grande nasce pequeno. Nenhum grande edifício é erguido sem o alicerce que fica oculto aos olhos até que surgem as paredes. Não há nenhuma grande árvore que não tenha sido primeiro uma semente ou uma pequena muda. Nem há nenhum grande homem que não tenha sido um embrião. A primeira volta ao redor das muralhas de Jericó foi apenas um tímido começo. Eles deram a primeira volta e nada aconteceu. Quantos de nós desprezamos os pequenos começos, julgando que nada vai acontecer? Comece o dia com grandes expectativas mesmo em pequenos começos.

Continue o que está fazendo (v.14). Eles repetiram por seis dias a mesma ação de rodear os muros. O povo marchou incansável ao redor das muralhas de Jericó. O resultado somente pôde ser visto no sétimo dia de marcha. É comum não vermos os resultados dos nossos esforços e ficarmos desanimados. Abandonamos o que fazemos porque não temos logo os resultados esperados. Nos esforçamos em oração para resgatar o coração do perdido. Mas com o tempo, abrimos mão dos esforços porque não vemos os resultados. O alpinista Edmund Hillary disse: Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança”. Não desista! Não pare de se esforçar.

Alimente-se da promessa de DEUS (v.6). De onde os israelitas tiraram forças para marchar? De onde veio a coragem para enfrentar tal desafio? Qual foi a fonte de esperança? Da promessa de DEUS! Todos os dias antes de marchar e quando voltavam da marcha eles nutriam a sua fé com a promessa de DEUS. Precisamos alimentar diariamente o nosso coração com a infalível e indestrutível promessa de DEUS. Charles Haddon Spurgeon disse: “Tome para você a promessa de Deus, pois ela é suficiente, e mais do que suficiente, mesmo que todas as fontes da terra se sequem”. Tire os olhos das circunstâncias e olhe para as promessas de DEUS. Josué e o povo de DEUS marchavam olhando para o alto, para a promessa de DEUS. Não olhavam para as muralhas ou para o povo que vivia atrás das muralhas. O que alimenta o teu coração para a marcha da vida? A promessa de DEUS ou as circunstâncias ao teu redor?

Para celebrar as conquistas em sua vida não despreze os pequenos começos, persevere e creia nas promessas de DEUS.

Pastor Olavo

A triste trajetória de um homem sem Deus

Texto base: 1 Samuel 18.12

Existe no homem um vazio do tamanho de DEUS”. (Fiodor Dostoiévski)

Vemos na trajetória de Saul a tristeza de uma vida vazia e sem paz que reflete a ausência de DEUS.

Um homem sem paz (1Sm 16.14). Saul era atormentado pela ausência de paz que era consequência de uma vida sem DEUS. O que chama a atenção na vida de Saul não era a ausência de coisas, mas a ausência de paz. Saul possuía muitas coisas, mas não possuía a paz de DEUS:

Dinheiro: Poderia comprar tudo o que tivesse desejo de comprar.

Status: Alcançou a maior e melhor posição social. O nível social mais alto.

Reconhecimento: Reverenciado por todos.

Poder: A maior autoridade de Israel. Sua palavra era apreciada e obedecida por todos. O homem mais influente de Israel. Saul tinha dinheiro, status e poder mas não tinha paz. Infelizmente as pessoas procuram a paz no dinheiro e no reconhecimento.

Um homem sem propósito (1 Sm 23.8). Saul ao se afastar de DEUS perdeu o propósito de vida. Perdeu o foco da vida.

Investe os recursos onde DEUS não está. Saul convocou todo o exército para perseguir Davi. Sair para guerra envolve gastos financeiros: comida, água e dinheiro. Saul estava desperdiçando o seu dinheiro onde DEUS não estava.

Vive de maneira egoísta. Saul não está preocupado com a vida dos seus soldados. Se os soldados serão feridos ou morrerão por causa dele. Ele não está pensando na sua família ou nos seus filhos. Ele não está preocupado com o dinheiro que ele está aplicando na sua guerra pessoal, se há pessoas que poderiam ser abençoadas com esse dinheiro. Ele não está preocupado se o que ele está fazendo agrada a DEUS ou não.

Quer ser servido ao invés de servir. DEUS colocou Saul no trono de Israel para servir o povo. Saul está usando o povo e os recursos do povo para serví-lo. Quando nos afastamos de DEUS não queremos mais servir. A marca de CRISTO na vida de uma pessoa é o desejo de servir como CRISTO serviu (cf. Mc 10.45).

Ainda há tempo de corrigir o curso da tua vida e receber a paz que somente JESUS pode oferecer.

Pastor Olavo Vigil

Viva o poder de transformar

Texto base: Atos 16.6-15

Introdução:

Paulo está em sua segunda viagem missionária, levando consigo a Timóteo, Silas e Lucas, o autor do texto bíblico.

O início do texto bíblico fala da intenção de Paulo e sua equipe de irem para a Ásia e da ação do Espírito para impedi-los e redirecionar seus esforços para outra localização geográfica.

Por quaisquer meios que essa orientação lhes tenha sido dada, lhe pareceu perfeitamente clara, e Paulo submeteu-se à Sua vontade, confiando na providência divina quanto aos seus planos. Porque a Missão é de Deus e dele viriam as diretrizes para o processo pelo qual o Evangelho passaria.

Deus é o poder que transforma! Vejamos 3 ações de Deus nessa transformação:

1. Comissionamento (v.12)

Deus os levou para Filipos – Deus é quem chama e quem envia.

Filipos era uma colônia romana, principal cidade daquele distrito. A cidade de Filipos derivou seu nome de Felipe II da Macedônia, pai de Alexandre o Grande. Foi dali que em 334 a.C. Alexandre iniciou suas conquistas mundiais. Mais tarde, Otávio, o Imperador, fez dessa cidade uma colônia romana. As colônias romanas eram pequenas réplicas da própria cidade de Roma e, estrategicamente, um número regular de cidadãos romanos emigrava para uma cidade qualquer com o intuito de assegurar a sua romanização. Era considerado uma grande honra, para uma cidade, haver sido constituída colônia romana.1

Situada entre o Oriente e o Ocidente, Filipos era a ponte de conexão entre os dois continentes, uma espécie de encruzilhada do mundo. Em toda a Europa não existia lugar mais estratégico. Há ali uma cadeia montanhosa que divide o Oriente do Ocidente. Assim, Filipos domina a rota de Ásia a Europa. Alcançar Filipos era abrir caminhos para a evangelização de outras nações.2

A sociedade romana dividiu o mundo em duas grandes classes: os estrangeiros e os cidadãos. Uma colônia era habitada por cidadãos. A ideia geral diretiva em uma colônia era que, para seus habitantes, Roma transferia a sua cidadania e os seus direitos… Na qualidade de colônia, Filipos desfrutaria de três direitos a saber: governo próprio, isenção dos impostos imperiais e direitos iguais aos dos cidadãos italianos.3

O comissionamento de Deus nos leva à:

1.1 – Contextualização cultural (v.12)

Paul Hibert, em seu livro “O Evangelho e a diversidade das culturas” examinando a tensão dinâmica entre o Evangelho e as culturas humanas, afirma: “… o Evangelho deve ser separado de todas as culturas humanas. Ele é a revelação divina, não especulação humana. Uma vez que não pertence a nenhuma cultura, o Evangelho pode ser expresso adequadamente a todas elas.”4 O Evangelho precisa ser entendido pelas pessoas dentro das suas próprias culturas.5

Para que haja esse entendimento é necessário o estabelecimento de elos e isso leva tempo;

O texto diz que eles ficaram ali “Vários dias”, Paulo entendeu a necessidade de conhecer o lugar, interagir com a cultura, porque o que promove a transformação, de todas as culturas, é o Evangelho. Essa interação com a cultura promove conhecimento para saber não só o quê fazer mas como fazer:

O Comissionamento, além da contextualização cultural, leva à:

1.2 – Estratégias bem definidas (v. 13)

À partir do conhecimento a respeito do que regia a cultura local de grupos específicos… eles sabiam o que estavam fazendo. O sábado era o dia dedicado ao Senhor pelos judeus; As margens dos rios eram tradicionalmente usadas como lugares de oração e adoração porque os locais facilitavam seus ritos de purificação. E Paulo conhecia bem todos aqueles costumes. Porque Filipos era um posto militar, dificilmente haveria ali uma sinagoga. Caso houvesse era pra lá que ele iria. Paulo estava bem informado sobre as atividades das pessoas as quais foi compelido a falar;

O comissionamento leva à contextualização cultural, estratégias bem definidas e …

1.3 – Ações bem direcionadas:

A ausência de figuras masculinas nos mostra que não havia uma sinagoga formal naquele lugar. Ele encontrou ali: mulheres. Há indícios de que essas mulheres fossem gentias e que tenham aderido ao judaísmo. Portanto, conhecendo os costumes e a forma de se vestir dos judeus, reconheceriam figuras amistosas em Paulo, Timóteo, Lucas.

Paulo, como rabino judeu, jamais conversaria com uma mulher em público. E também não era permitido a uma mulher aprender aos pés de um mestre, era direito apenas dos homens.

O ato de assentarem-se para falar com aquelas mulheres, a despeito dos costumes e cultura, apresenta a superioridade do Evangelho que não faz distinção de importância, mas atribui às pessoas valor e dignidade, e eleva-as a um patamar de honra no seu reino, porque de estrangeiros tornam-se filhos da maior autoridade que há na terra e acima dela, cidadãos dos céus.

Paulo falava grego e hebraico, era um profundo conhecedor da Lei, foi aluno de Gamaliel – um estimado mestre e líder religioso, tendo-o citado mais tarde para em sua defesa na prisão em Jerusalém, para estabelecer credibilidade com seus interlocutores.

Deus é o poder que transforma as pessoas e as comissiona. E não, não é um versículo bíblico o jargão “Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos.”!

A frase é de Albert Einstein, e esse trecho é a primeira parte da fala. E, normalmente é desculpa para preguiçosos e acomodados: Ouça fala completa: “Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança.”

Todo o conhecimento, as habilidades, a excelência com a qual desenvolvia e empregava os seus dons na sua missão, tornou Paulo o grande instrumento pelo qual toda a Europa foi alcançada a partir de Filipos. O que você tem para oferecer a Deus? Quais os seus talentos, quais as suas habilidades, recursos, profissão, o que você pode assim como Paulo colocar à disposição da obra missionária? Quanto mais preparado você estiver maiores chances terá de fazer parte da grande obra que Deus está realizando no mundo.

2. Mensagem (v. 14)

Lídia, natural de Tiatira, uma mulher de negócios bem-sucedida. A púrpura era um corante famoso e importante de sua região. É possível que vendesse também tecidos e sedas tingidos com esse corante. Os indícios textuais apontam-na como uma mulher solteira ou viúva; que se esforçava para cumprir suas obrigações religiosas judaicas ainda que não tivessem uma sinagoga/igreja que a encorajasse em suas práticas; e que liderava sua família; era alguém empreendedora com uma vida organizada e devota. Provavelmente, o judaísmo oferecia-lhe princípios espirituais e éticos muito mais elevados que o paganismo. Ela estava em busca da verdade!

No entanto, o Evangelho é superior a qualquer religião. A palavra de Deus deu início a tudo, transformou o caus em uma obra maravilhosa; mediante a sua palavra nada resiste, porque traz consigo o poder de quem a proferiu: “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, mais cortante que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.” Hebreus 4.12

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.” 2 Timóteo 3.16

Lídia estava ouvindo a Palavra de Deus, e o texto diz que o mesmo Senhor que proferiu a Palavra lhe abriu o coração para atender à mensagem de Paulo. Lídia buscava pela verdade e a encontrou na Palavra de Deus. De forma poética, A Palavra sendo inspirada pode-se dizer que sempre que lida é como se o próprio Deus respirasse um pouco de si para dentro de nós.

Foi o que aconteceu com uma menina indiana chamada Pandita Ramabai, mas antes disso… Aos 12 anos de idade, em 1867, tinha memorizado 18.000 versos em sânscrito. Seu pai, sacerdote brâmane e guru viajante, ao contrário do que acontecia no hinduísmo naquela época, acreditava que as mulheres deveriam estudar. Quando os pais de Pandita morreram de fome, ela e seu irmão continuaram a vagar, fazendo uma peregrinação religiosa de 6.400 km pela Índia à procura da verdade. Enquanto morava em Calcutá, conheceu o Cristianismo, e daí em diante começou a compará-lo continuamente com as escrituras hindus. Devido à sua reconhecida inteligência, era convidada a dar aulas à mulheres de castas elevadas a respeito de suas obrigações. As escrituras hindus definiam a classe das mulheres como seres piores que os demônios e sua única esperança de liberação de seu karma e seus resultados era o culto aos seus maridos. O marido é considerado o deus da mulher, para ela não há outro deus além dele. Pandita decidiu ajudar a elevar os padrões de vida das mulheres e crianças da Índia. Em 1880 havia 23 milhões de viúvas naquele país, 51 mil com menos de 10 anos de idade, 10 mil com menos de 4;

Em 1883, visitou a Inglaterra e percebeu através da igreja Anglicana a diferença entre o tratamento dispensado às mulheres pelo cristianismo e pelo hinduísmo. Em 1891 converteu-se completamente e fundou uma missão chamada Mukti que significa salvação. A missão incluía cuidado com bebês rejeitados, treinamentos para cegos e conforto para mutilados. Criou um lar para mães solteiras. Organizou bazares para que as mulheres pudessem vender seus trabalhos manuais. Hortas e jardim à volta da missão forneciam alimento para centenas de pessoas; Durante a fome que abateu a Índia em 1896, viajou por todo o país, recolhendo pelo menos 600 viúvas e crianças para a missão, onde aconteceu um grande avivamento, com a conversão de centenas de moças, batizadas num rio que passava ali perto.

Durante seus últimos 15 anos de vida, traduziu a bíblia inteira para a língua mahrati – a única tradução feita totalmente por uma mulher em todo o mundo. Em seu leito de morte, pediu a Deus que a poupasse, até que fizesse a revisão final de seu trabalho. Ele atendeu o pedido, e, em 1922, no 10° dia, depois de terminar a revisão da última página, encerrou sua busca e a encontrou de forma plena nos braços do seu Senhor.6

Não são ritos, mantras, correntes que trarão as respostas às necessidades das pessoas. Mas a mensagem prática do Evangelho.1 João 3.18 nos chama a atenção para que não amemos apenas com palavras, mas com ações verdadeiras. A mensagem transformou Lídia, Mandita e pode transformar você e a vida das pessoas à sua volta;

3. Resultados (v. 15)

Oswald Smith em seu livro “O homem que Deus usa” afirma que “o Homem que Deus usa é um homem de fé, que espera resultados.”

Lídia provavelmente conhecia muito bem a Shema, a declaração de fé dos judeus. O primeiro parágrafo desse conjunto de preceitos está em Deuteronômio 6.4-9 que diz:

Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas essas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as como sinal nos braços e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas da sua casa e em seus portões.”

Se sem conhecer a verdade ela já era devota, imagina agora a chama ardendo em seu coração por compartilhar essa verdade com os seus. Lídia alcançou todos os seus, e ainda que vivesse rodeada de ideologias da sua época, ela teve coragem de se posicionar porque não há como permanecer no mesmo estado quando o Senhor passa a habitar na vida de alguém, Ele é o poder que transforma. O seu campo missionário começa na sua casa.

Estamos num contexto em que muitos equívocos serão contados às mulheres em prol do seu empoderamento fictício e afrontador. E um desses equívocos é que a mulher pode ser o que ela quiser.

Deus formou a mulher com propósitos bem definidos que juntamente com o homem o honrem e o glorifiquem. Às mulheres é concedido o privilégio de formar uma sociedade mais justa com a educação dos filhos, mas uma educação baseada na verdade que liberta de qualquer equívoco espiritual, cultural, ideológico. Deus participou da formação dos seus filhos Como bem mencionou Davi no Salmo 139. E com a chegada do bebê você dá continuidade ao relacionamento que já foi estabelecido nos céus, seus filhos vieram de Deus e você tem o privilégio de instruí-lo na verdade, porque como a Bíblia afirma: se você instruí-lo no caminho da verdade quando for velho não se desviará dele! Você tem que crer nos resultados!

Durante 15 anos eu trabalhei como educadora de crianças. E lembro-me de uma ocasião em que ensinava sobre a importância de contribuirmos financeiramente para Missões. Finalizando o período do projeto, uma menina de aproximadamente 8/9 anos me procurou dizendo que queria dar uma quantia em dinheiro para missões, e quando ele me mostrou a quantia e a questionei se ela sabia quanto ela estava ofertando e seus pais sabiam e ela disse que sim e que ela estava obedecendo o que tinha aprendido. Eram 20,00, toda a sua mesada, tudo o que ela tinha. Precisamos crer nos resultados. Em outra oportunidade, uma mulher, bancária, muito bem remunerada, converteu-se e passou a investir consideravelmente nos projetos da igreja. Um dia eu a chamei para conversar e dizer-lhe que ela não era obrigada a ofertar tanto, ela deveria fazer se sentisse vontade, se achasse adequado, não queria que parecesse que a estávamos explorando… ela me disse: você me ensinou biblicamente que tudo o que eu tenho vem de Deus, então eu quero dar-lhe muito mais do que simplesmente cumprir com a minha responsabilidade de membro desta igreja. Eu quero dar mais. Quando ensinamos precisamos crer nos resultados.

A impala, um antílope africano de tamanho médio, muito parecido com a gazela, tem capacidade de saltar acima de três metros e uma distância de quase dez metros. Apesar desta capacidade impressionante ela pode permanecer fechada em um ambiente com uma parede de apenas um metro de altura. Ela não saltará se não puder ver onde cairá. Até quando vamos nos autopreservar de dar saltos de fé, presos à duvidas, medo, porque não temos a mínima ideia de onde isso nos levará? Temos que crer nos resultados de uma fé em Deus que diz a verdade quando aponta o caminho sem que eu precise comprová-lo antes.

Analzira Nascimento, conhecida como a enfermeira que ficou. Como Missionária da Junta de Missões Mundiais, trabalhou por quase 20 anos em Angola, um país africano que viveu 30 anos em guerra. Sobre sua vida ouvi uma declaração de um pastor autóctone:

Os atos falam mais que as palavras. Nos momentos mais difíceis, ela esteve lá, quando todos saíram, quando a ONU se retirou, ela ficou. No meio do sofrimento, da fome, ajudando as crianças, mulheres, homens, essa foi a marca de identificação, de aceitação total. Ela não estava à margem da sociedade, ela é uma de nós.Hoje existem muitas Analziras em Huambo, cidade onde se estabeleceu, o que é extremamente importante, porque só se dá um nome de alguém quando esse pessoa realmente merece, porque quebra uma tradição familiar.”

Muitas pessoas, principalmente mulheres solteiras estão fazendo trabalho social, missionário, educadores, profissionais. O que era muito difícil anos atrás, mas porque teve alguém que serviu de exemplo. Durante os últimos 55 dias da guerra ela viveu nas matas juntamente com o povo que havia sido acuado e ainda encontrou forças para encorajá-los.

Deixou um seminário Teológico, centros médicos, uma lanchonete, uma cooperativa profissional para mutilados de guerra. Ela trabalhou não só dentro de Angola, mas em vários outros lugares, inclusive recebendo passagens gratuitas da ONU como sua representante.

Segundo Analzira, “O mais importante não é o lugar, o mais importante é estar com Cristo”!

Porque Deus é o poder que transforma! E por isso nós podemos crer nos resultados!

O final do versículo 15 diz:“Se os senhores me consideram uma crente no Senhor, venham ficar em minha casa”. E nos convenceu. A casa de Lídia em Filipos foi a porta de entrada do evangelho na Europa.

Conclusão:

Viva o poder de transformar! Deus é o poder que transforma! Pela forma como comissiona, profere a mensagem e promove os resultados.

Pelotas, assim como Filipos, também é um local estratégico, de importância considerável na sociedade; é reconhecida nacionalmente como patrimônio histórico material e imaterial. É uma das maiores cidades do nosso estado, recebe pessoas de muitos lugares por causa das suas renomadas universidades;

A PIB de Pelotas, nos seus 97 anos, foi a porta de entrada para o Evangelho na região sul do nosso estado! Muitas pessoas tiveram suas vidas transformadas porque esta igreja entendeu e atendeu o chamado de Deus para alcançar e devolver a dignidade às pessoas! Desde seu início, investiu na obra missionária e plantou várias igrejas.

Continuemos avançando! Há muito mais a ser conquistado! Há muitas pessoas em busca da verdade! Há muitas refeições para serem distribuídas! Há muitas crianças para serem ensinadas! Há muitas famílias para serem resgatadas! Há uma história para continuar sendo escrita. E a respeito desta Igreja, a PIB de Pelotas, quero parafrasear o apóstolo Paulo, em sua carta para os Filipenses 1.3-6:

Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês.
Em todas as minhas orações em favor de vocês, sempre oro com alegria
por causa da cooperação que vocês têm dado ao evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus.

Juliana Vigil

Referências

1 CHAMPLIN. ONTIVV, vol. 3, pg. 334.

2 LOPES. Atos, pg. 299.

3 CHAMPLIN.

4 HIBERT. O Evangelho e a diversidade das Culturas. Pg. 53

5 IBID, pg. 55

6 LUTZ. Mulheres que se arriscam por amor a Deus. Pg. 39-41

Aplicando a lei do reino

Texto base: Tiago 2.8-11

Lei real; a lei verdadeira; a lei pura, a lei que une DEUS ao homem e o homem a DEUS. A lei que não é feita pelo homem”. (Desconhecido)

CRISTO é a lei de DEUS que todos os homens devem seguir”. (Desconhecido)

Começo respondendo a duas perguntas: Primeiro, qual lei? O amor é a lei de DEUS. O mandamento do amor é a lei, porque abarca todos os demais mandamentos que nos foram dados. Ela é o ponto principal para a qual convergem todos os mandamentos de DEUS1 (cf. Mt 22.35-40). O Antigo Testamento e o Novo Testamento fundamentam-se numa única lei, o amor. Segunda, qual Reino? Na tradução da Bíblia Almeida Revista e Atualizada está escrito: “observais a lei régia”. Régia é uma expressão romana encontrada apenas na carta de Tiago2. No período da monarquia romana significava uma Lei promulgada pela autoridade absoluta do rei3. Quanto a Reino, refere-se ao governo ou monarquia. JESUS é o REI absoluto e a lei do REINO é o amor.

Portanto, agimos corretamente quando aplicamos a lei do REINO. Então, como aplicar a lei do REINO?

Amando os perdidos (v.8). O enfoque são as pessoas que estavam sendo atraídas para a igreja por causa do EVANGELHO. Ao lermos o texto, pensamos que o próximo é aquele que está dentro da igreja ou nossos parentes. Devemos admitir que para amar as pessoas da igreja ou os nossos parentes não há necessidade de muito esforço, pelo menos, aparentemente. Na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25-37), JESUS respondeu a pergunta feita por um perito da Lei: “Quem é o meu próximo?” No enredo da parábola, um desconhecido é abandonado na estrada após ser assaltado e espancado. O levita e o sacerdote cruzaram pelo homem desconhecido e não prestaram socorro. Um samaritano, entretanto, ao se deparar com o homem caído imediatamente prestou socorro. JESUS encerrou a Parábola com a seguinte pergunta: “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”. O perito da lei respondeu: “- O samaritano”. A questão não é quem é o meu próximo, mas para quem eu posso ser para o meu próximo? Devemos ser o resgate daquele que está caído no pecado e distante de DEUS. Amar o próximo é uma ordem. É o imperativo da vida cristã. Não é uma sugestão. É a ordem de DEUS que permeia toda a Bíblia. Amar o próximo não é um sentimento, é ação intencional em favor do outro. Em João 3.16, diz que DEUS amou ao mundo de tal forma que deu o Seu único FILHO. O amor de DEUS é demonstrado pela ação de entregar o próprio FILHO para morrer no lugar dos pecadores. DEUS amou tanto que “deu”. Muito mais que um sentimento ou um arrazoado, o amor é ação. Demonstramos amor ao próximo, evangelizando os perdidos, contribuindo com ofertas missionárias e plantando igrejas.

Tratando as pessoas com igualdade (v.9). Dois motivos pelos quais devemos tratar as pessoas com igualdade:

Primeiro, somos pecadores. Diante de DEUS somos todos iguais. O que nos nivela diante de DEUS é a nossa condição de pecador porque o pecado é uma condição universal. Todos somos pecadores e por causa do pecado estamos afastados de DEUS (cf. Rm 3.23). Embora, sejamos lavados e santificados pelo sangue do SENHOR JESUS, isso não nos torna melhores ou superiores aos outros. Não somos salvos pelos nossos méritos, mas unicamente pela graça de DEUS.

Segundo, JESUS tratou as pessoas com igualdade. JESUS teve um público diverso e atendeu a todos da mesma maneira. Conversou pacientemente com um mestre da lei chamado Nicodemos, um homem culto e respeitado entre os judeus (cf. Jo 3.1-21). Conversou atenciosamente com uma mulher adúltera e discriminada pelos judeus por ser samaritana e por ter sido casada cinco vezes (cf. Jo 4.1-26). Convidou um jovem rico para segui-LO (cf. Lc 18.18-30). Atendeu um pedinte cego, ouviu a petição e restaurou a visão dele. (cf. Lc 18.35-43). JESUS recebeu com dignidade prostitutas, publicanos, fariseus, romanos e crianças. Durante o Seu ministério terreno, o SENHOR JESUS atendeu a todos sem discriminá-los, independente de sua posição social, idade ou nacionalidade. Imagine o jogo de Xadrez. As peças brancas realizam o primeiro movimento. Ao término do jogo, não importa quem seja o vencedor ou o perdedor, todas as peças vão para dentro da mesma caixa. Independentemente da posição social, todos voltaremos para o pó da terra (cf. Ec 12.7). Iremos comparecer diante do JUSTO JUIZ, nem dinheiro e nem pobreza poderão nos livrar da condenação eterna, somente a fé em JESUS.

Esforçando-se para fazer toda a vontade de DEUS (v.11). Devemos cumprir toda a vontade de DEUS. O contexto do versículo é que os leitores da carta, possivelmente, se esmeravam em cumprir os mandamentos de DEUS, mas tratavam as pessoas com desigualdade. Os ricos recebiam um tratamento honroso enquanto o pobre era desprezado. Tal comportamento é semelhante a quebra de qualquer outra lei de DEUS. No Evangelho de Mateus, JESUS condena tal comportamento (Mt 23.23). Os fariseus se orgulhavam do ato de consagrarem a DEUS os seus dízimos, mas negavam a misericórdia e a justiça para o necessitado. Durante o meu pouco tempo de ministério, conheci pessoas que se orgulhavam de serem dizimistas fiéis, mas não se prontificavam em ajudar nos trabalhos da igreja, apenas davam o dízimo. Orgulhavam-se de serem dizimistas fiéis, mas viviam em desavenças com familiares e com irmãos em CRISTO. Com JESUS é tudo ou nada. Humanamente, é impossível viver as exigências da vida cristã. A vida cristã somente pode ser vivida no poder do ESPÍRITO SANTO.

O verdadeiro amor nos leva a agir corretamente. Aplicamos a Lei do Reino por meio das nossas atitudes.

Pastor Olavo Vigil

Referências

1 GRUNZWEIG, Fritz; HOLMER, Uwe & BOOR, Werner de. Cartas de Tiago, Pedro, João e Judas. Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 2008, p58.

2 CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo: Volume 6: Tiago, 1 Pedro, 2 Pedro, 1 João, 2 João, 3 João, Judas, Apocalipse. São Paulo: Hagnos, 2002, p38.

3 Ibidem p39.

Superando desafios

Texto base: Êxodo 14.10-31

Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”. (Sócrates)

Os filhos de Israel se encontravam diante de um desafio humanamente insuperável. De um lado o Mar Vermelho, do outro lado os exércitos de Faraó. O sonho de liberdade dos filhos de Israel estava a um passo da sepultura. Moisés, considerado o maior líder da nação de Israel, depois de JESUS, se deparou com dois tipos de inimigos:

O inimigo externo (v.9). Os exércitos de Faraó armados até os dentes perseguiram os filhos de Israel com o propósito de levá-los ao Egito, caso eles resistissem seriam mortos. Eles não fariam Moisés prisioneiro, eles o matariam.

Inimigo interno (v.11-12). Os líderes de Israel tomados pelo medo se levantaram contra Moisés. Se ele não morresse pela espada dos soldados egípcios certamente seria assassinado pelos líderes do seu povo.

Moisés estava cercado de desafios: os exércitos de Faraó atrás, o Mar Vermelho à frente e a rebeldia dos filhos de Israel entre um e outro. O que fazer nessa situação? Talvez, você se encontre cercado de problemas e dificuldades que aos seus olhos são insolúveis. O que fazer? A mesma ordem dada por DEUS a Moisés e aos filhos de Israel permanece para nós hoje: “Disse então o Senhor a Moisés: Por que você está clamando a mim? Diga aos israelitas que sigam avante” – (Êx 14.15). Em outras palavras, “TENHAM ATITUDE”.

Os desafios são superados com três atitudes.

Olhe para DEUS (v.10). Observe bem o texto: “os israelitas olharam e avistaram os egípcios que marchavam na direção deles”. Acampados à beira do Mar Vermelho em Pi-Hairote, o povo de Israel olha para trás e avista os exércitos de Faraó marchando para ele. Diante da visão de um exército fortemente armado e equipado, os filhos de Israel são tomados pelo medo e pela incredulidade. Os filhos de Israel eram guiados por uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo a noite, ambas jamais se apartaram do povo. Eles sabiam o caminho a seguir porque DEUS os guiava diariamente (Êx 13.21-22). Pergunto: Para onde os filhos de Israel deveriam olhar, para a coluna de nuvem ou para os exércitos de Faraó? Os filhos de Israel olharam para os egípcios ao invés de olharem para DEUS. Para onde devemos olhar; para DEUS ou para os problemas? O mesmo ocorre com muitas pessoas, ao invés de olharem para JESUS, mantêm o seu olhar fixo no mau testemunho de crentes fictícios e nas lutas. Seja qual for a sua dificuldade, olhe para cima. É dos céus que virá o socorro e a resposta que você precisa. Infelizmente, queremos ver para depois dar um passo de fé. Isso não é fé! Quando DEUS ordenou que os filhos de Israel marchassem, o Mar Vermelho estava aberto? Os israelitas primeiro marcharam e depois o Mar Vermelho se abriu. Warren Wiersbe ao comentar este texto escreveu: “A verdadeira fé depende daquilo que DEUS diz e não daquilo que vemos ou da maneira como sentimos”. Devemos marchar motivados por aquilo que cremos e não por aquilo que vemos.

Creia nas promessas de DEUS (v.13-14). Os filhos de Israel deveriam marchar confiantes nas promessas de DEUS. DEUS fez três promessas:

Conceder livramento (v.13). O SENHOR prometeu livrar o povo dos exércitos de Faraó. O povo deveria somente permanecer firme e DEUS concederia o livramento. A promessa se cumpriria naquele mesmo dia.

Aniquilar os inimigos (v.13). DEUS prometeu exterminar os inimigos de Israel. Naquele dia, os exércitos de Faraó se afogaram nas águas do Mar Vermelho. Nenhum dos soldados que perseguiu os filhos de Israel sobreviveu (v.28).

Lutar por Israel (v.14). Israel não tinha armas e nem treinamento para o combate. Se Israel entrasse em combate contra os soldados egípcios certamente morreria. DEUS usou uma estratégia magnífica. Abriu o Mar Vermelho para que os filhos de Israel atravessassem em terra seca, ciente de que os soldados egípcios os perseguiriam. Quando os filhos de Israel chegaram do outro lado, DEUS fez que o mar voltasse ao seu lugar e os exércitos de Faraó morreram afogados. DEUS concedeu a vitória aos filhos de Israel. Os israelitas derrotaram os exércitos do Faraó sem ter uma espada ou lança. JESUS é DEUS e faz três promessas:

Livrar do pecado e da condenação eterna. Conforme Romanos 3.23, todos estão condenados ao castigo eterno. Por meio da fé, na morte e na ressurreição de JESUS o homem é livre do inferno.

Dar vitória sobre o inimigo. Satanás luta contra os propósitos de DEUS. Desde do Éden o trabalho de Satanás é afastar o homem de DEUS. Por meio da fé em JESUS as obras de Satanás contra com a sua vida são desfeitas.

Lutar por você. Ao crer em JESUS você não está mais sozinho, ELE lutará por você. Somente em JESUS você poderá vencer as suas lutas. DEUS tem promessas para a sua vida. Creia nas promessas de DEUS.

Obedeça a DEUS (v.15). Observe o texto: “Diga aos israelitas que sigam avante”. Não é uma sugestão ou opção. É uma ordem de DEUS para os filhos de Israel. Para que o Mar Vermelho abrisse, o povo cruzasse em terra seca e os exércitos de Faraó fossem exterminados o povo devia obedecer. Eles não questionariam, apenas obedeceriam. Quem sabe alguns israelitas perguntaram a Moisés: “Avançar como, a nado?” Os filhos de Israel não deveriam perguntar como, somente obedeceriam. Tudo aconteceu mediante a obediência à ordem de DEUS. Semelhantemente, a igreja irá crescer e avançar quando obedecer a ordem de JESUS (cf. Mt 28.19-20). A igreja deve obedecer em qualquer circunstância, em qualquer tempo ou com quaisquer recursos. A ordem de JESUS para a igreja não foi “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, se as circunstâncias forem favoráveis, o tempo for oportuno e se tiverem recursos”. A ordem de JESUS para igreja deve ser obedecida independentemente das circunstâncias, do tempo e dos recursos. A obediência é resultado de fé. Aquele que tem fé obedece a palavra de DEUS. Charles Spurgeon disse: “Fé e obediência fazem parte do mesmo pacote. Aquele que obedece a Deus, confia nEle; aquele que confia em Deus, obedece-lhe”.

Os desafios são superados com atitudes. Tenha atitudes de fé e obediência.

Pastor Olavo Vigil

Avancemos confiantes em Deus

Texto base: Êxodo 14.10-31

Se Deus quer realizar um pequeno milagre, Ele nos coloca em situações difíceis; Se Ele quer realizar um grandioso milagre, Ele nos coloca em situações impossíveis.” (Watchman Nee)

Nesse texto, o povo, os filhos de Israel, se deparou com um desafio humanamente intransponível. Cercados dos dois lados, de um lado o Mar Vermelho e do outro o exército de Faraó. O que fazer? Retroceder? Se render e voltar à escravidão no Egito ou avançar em direção ao Mar Vermelho confiantes na ação de DEUS? Os desafios têm o propósito de nos fazer conhecer e confiar em DEUS (v.31).

DEUS age na nossa vida e por meio dela nos conduzindo para os grandes desafios. O SENHOR tirou Moisés do comodismo de Midiã e o levou para o Egito para enfrentar Faraó e os seus exércitos. Guiou o povo pelo deserto inóspito e perigoso, proveu alimento e deu vitória sobre os seus inimigos. Os desafios tornaram os filhos de Israel mais fortes. As nações tinham medo dos filhos de Israel porque sabiam que DEUS lutava por eles. Uma maneira que uso para saber se DEUS está no “negócio” é conhecer o tamanho do desafio. Se não apresentar um desafio maior que as minhas habilidades e capacidades, DEUS não está no negócio. DEUS é glorificado quando assumo um desafio que somente pela Sua intervenção sobrenatural posso vencer. John Haggai, fundador do Instituto Haggai, disse: “Sonhe um propósito tão grande que se DEUS não estiver nele estará fadado ao fracasso”.

Diante dos desafios avancemos confiantes em DEUS. Quando avançamos experimentamos:

O livramento de DEUS (v.14). De um lado, o Mar Vermelho, do outro lado os exércitos do Faraó. O povo estava encurralado. Os israelitas não viam a saída, para eles o único meio de saírem com vida, talvez, seria renderem-se aos egípcios. Eles estavam desesperados e desesperançados. Para os israelitas, a sepultura seria o destino. Moisés encorajou o povo para que permanecesse firme na visão do livramento do SENHOR. Hoje, você se encontra encurralado por um problema que aos teus olhos é insolúvel. A sepultura é o destino da tua esperança e dos teus sonhos. Te encontras encurralado pelo diagnóstico de uma severa enfermidade, encurralado diante de uma crise que se instalou na sua família ou pelo luto. A palavra de DEUS para você é “FIQUE FIRME” e verás o livramento de DEUS. “FIQUE FIRME”, esta foi a palavra de DEUS para os filhos de Israel. Essa é a mesma palavra para você hoje, “FIQUE FIRME”. Não desanime! Não se renda! Creia no livramento do SENHOR! O acampamento israelita estava em frente a Baal-Zefom, entre o Mar Vermelho e a Torre (Migdol). Baal-Zefom significa “deus do Norte”, uma divindade pagã, que os egípcios cultuavam como deus do comércio marítimo. Todas as pragas que DEUS enviou para o Egito estavam ligadas às divindades egípcias. A abertura do Mar Vermelho e a morte dos exércitos de Faraó não foi diferente. DEUS abriu o Mar Vermelho e exterminou os exércitos de Faraó para mostrar que ELE é o SENHOR dos mares e dos portos. Que somente ELE garante o livramento. DEUS é o nosso porto seguro.

A glória de DEUS (v.4 e 18). O propósito dos acontecimentos foi a glória de DEUS. A narrativa bíblica não tem outro propósito que não seja a glória do SENHOR. O versículo 3 do capítulo 10, deixa muito claro o propósito da saído de Israel do Egito. Prestar culto, foi o motivo que levou DEUS a libertá-los da escravidão. Fomos libertos do pecado e da condenação eterna para prestamos culto a DEUS. Para promover a glória de DEUS em todas as nações porque ELE nos salvou e se tornou o nosso SENHOR. Nem pesado ou cansativo deve ser prestar culto a DEUS. O versículo 4, diz que DEUS endureceu o coração de Faraó, fazendo-o voltar da decisão de deixar que Israel fosse para o deserto prestar culto. Os egípcios criam que depois de mumificado, o coração do morto era entregue a Anúbis, que sondava o coração. Se Anúbis encontrasse alguma falta, o morto seria devorado por Ammit, o deus leão. No processo de mumificação os egípcios retiravam o coração humano e colocavam um coração de pedra em forma de escaravelho, assim, quando Anúbis sondasse o coração não encontraria falta alguma e o espírito iria para o paraíso. Foi DEUS quem endureceu o coração de Faraó. DEUS é quem sonda as intenções do coração humano (Jr 17.10). DEUS é que tem poder para endurecer e transformar os corações (Ez 36.26). Quando o Mar Vermelho se abriu e os exércitos de Faraó destruídos, o povo viu a glória do DEUS TODO-PODEROSO. A verdadeira fé promove a glória de DEUS.

Ao chegar no vilarejo de Betânia, fazia quatro dias que Lázaro estava morto e sepultado. JESUS diz para Marta, irmã de Lázaro: “se você cresse, veria a glória de DEUS?” (Jo 11.40). Removeram a pedra do sepulcro e JESUS deu ordem para que Lázaro voltasse à vida. Todos viram e contemplaram a glória de DEUS. Não foi a glória de Lázaro e muito menos de Marta e Maria que todos viram, foi a glória de DEUS. Não foi Moisés e o povo que foram glorificados com a abertura do Mar Vermelho e a morte dos exércitos de Faraó; DEUS foi glorificado. O propósito da abertura do Mar Vermelho e da morte dos exércitos egípcios foi a glória de DEUS. A Confissão de Fé de Westminster de 1646, registra: “O propósito principal do homem é glorificar a DEUS e alegrar-se NELE para sempre”. Devemos buscar a glória de DEUS ao invés do nosso bem-estar.

O poder de DEUS (v.31). Observe bem texto: “o grande poder do Senhor”. O autor sagrado usa o adjetivo grande para indicar que o poder de DEUS é algo grande. O povo de Israel viu DEUS agir poderosamente ao abrir o Mar Vermelho e aniquilar os exércitos de Faraó. Não foram a capacidade militar e estratégica de Israel que o libertaram da escravidão do Egito. Ao contrário, se dependesse de si mesmos, eles permaneceriam escravos no Egito.

Somos salvos da condenação eterna pelo poder DEUS (Rm 1.16). O evangelho é JESUS. Somente JESUS tem poder para salvar o homem do castigo eterno.

Somente no poder do ESPÍRITO SANTO a obra de DEUS pode ser realizada (At 1.8). John Stott, um dos maiores exegetas contemporâneo, escreveu: “Antes de mandar a igreja para o mundo, CRISTO mandou o ESPÍRITO SANTO para a igreja”.

Somente por meio do poder do ESPÍRITO SANTO a vida cristã pode ser vivida (Ef 3.20). Observe o texto: “com o seu poder que atua em nós”. Não há como vivermos a vida cristã somente pelo intelecto e o esforço. A vida cristã é vivida por meio da submissão e controle total do ESPÍRITO SANTO. Sempre foi assim! A obra de DEUS sempre avançou no poder do ESPÍRITO SANTO. A mãe de Isaque era estéril, a mãe de Samuel era estéril, a mãe de João Batista também era estéril e a mãe do SENHOR JESUS era virgem, até consumar o seu casamento. Sempre foi e sempre será, somente no poder de DEUS!

Diante dos desafios, avancemos confiantes em DEUS ou pereceremos. Avancemos para experimentar o poder sobrenatural de DEUS. Avancemos para que ELE seja glorificado.

Pastor Olavo Vigil

Resultados da incredulidade

Texto base: Êxodo 14.10-31

“A incredulidade não dá um passo sem explicações prévias. A fé não interroga, nem calcula, simplesmente confia”. (George Muller)

Assim como a fé é uma semente que cresce no coração daquele que crê, a incredulidade também é uma semente que cultivada e regada crescerá e dará frutos; decepção e morte. Por incrível que pareça, a incredulidade também pode ser cultivada. O incrédulo colherá os frutos de sua semeadura. A incredulidade resulta em decepção e morte. Vejamos os frutos da incredulidade:

Estagnação (v.9). Os israelitas permaneceram estagnados entre o Mar Vermelho e os exércitos do Faraó. Os israelitas deviam continuar a marchar; essa foi a ordem de DEUS (cf. Êx 14.15). Semelhantemente, DEUS ordena à sua igreja que avance e alargue as fronteiras. DEUS não nos deu ordem para permanecermos parados e estagnados. Devemos parar de apresentar desculpas para não avançar. Infelizmente, igrejas e instituições paraeclesiásticas estão estagnadas por causa da incredulidade. Avancemos ou morreremos.

Medo (v.10). O sentimento de medo contagiou o coração dos filhos de Israel ao se depararem com os exércitos de Faraó. O texto diz que eles ficaram “aterrorizados”. Eles ficaram amedrontados, apavorados, assombrados, assustados, atemorizados e pávidos. O coração deles encheu-se de medo. Noutra feita, o povo deixou-se intimidar pelo gigante Golias (cf. 1Sm 17.11). Durante quarenta dias o gigante impôs medo ao coração dos exércitos de Saul (cf. 1 Sm 17.16). Consideremos as consequências do medo:

O medo paralisa. Os israelitas ficaram paralisados diante dos exércitos de Faraó. Ao invés de seguirem em frente eles permaneceram no mesmo lugar. O mesmo aconteceu com eles diante do gigante filisteu, permaneceram quarenta dias estagnados por causa do medo. Infelizmente, não avançamos devido o medo do insucesso e do fracasso. Permanecemos inertes para não corrermos riscos. William Shakespeare escreveu: “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”.

O medo aprisiona. Por causa do medo os israelitas ficaram aprisionados entre o Mar Vermelho e os exércitos do Faraó. Infelizmente, muitos são reféns do medo e por isso não conquistaram nada em suas vidas. O medo é uma corrente que nos impede de avançar em busca dos nossos sonhos. O medo é uma limitação que nos impede de viver plenamente. Qual semente você cultiva? A semente do medo ou da fé? Não deixe o medo dominá-lo. Não tenha medo, tenha fé!

Murmuração (v.11). Ao verem que os exércitos de Faraó se aproximavam os israelitas começaram a murmurar. Queixaram-se para Moisés, responsabilizaram o servo de DEUS por tê-los tirado do Egito. O coração incrédulo é um coração murmurador. Conforme o Salmo 22.3, DEUS habita em meio aos louvores. Satanás, provavelmente, habita em meio às murmurações. Há pessoas que vivem se queixando da vida e dos outros. Nunca estão contentes, sempre encontram motivos para reclamar. Durante a peregrinação pelo deserto o povo de Israel, sempre encontrou motivos para reclamar. O que aprendemos sobre a murmuração?

A murmuração é contagiante. Os líderes de Israel contaminaram o povo com a sua murmuração. Há pessoas que se deixam contaminar pela murmuração.

A murmuração é fruto de um coração amargo. Devido a todas as tristezas vividas ao longo de 430 anos (cf. Êx 12.40, At 7.6, Gl 3.17), pelos israelitas, eles se tornaram amargos. Ao invés de serem gratos pelo que DEUS estava fazendo, eles estavam reclamando.

Acomodação (v.12). Observe bem o texto: “Deixe-nos em paz!”. Em outras palavras: “deixe-nos está bom assim”. O povo preferiu permanecer acomodado ao invés de lutar pela sua liberdade. Preferiram se submeter à chibata do seu feitor a se esforçar para serem livres. Para o acomodado tudo é pesado e difícil demais. Vejamos as cinco marcas do acomodado:

Sem ambição. Não possui um forte desejo de alcançar um patamar maior, de galgar degraus na vida. Não há um desejo de expandir a sua influência cristã. O poeta e cronista brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, escreveu: “Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição”.

Sem propósito. O acomodado não possui propósito, um objetivo claro, uma meta ou um alvo para atingir. Como não há um propósito, o lugar ou ambiente que ele se encontra está ótimo. O ensaísta escocês, Thomas Carlyle, escreveu: “Um homem sem propósito é como um navio sem leme”. Em outras palavras; o acomodado é uma pessoa à deriva, sem rumo e sem direção, afinal de contas, não possui um propósito.

Conformista. Totalmente condicionado e conformado com a situação. Mesmo que a situação seja negativa, ele permanece conformado.

Raquítico. O conformado não cresce e não se desenvolve por que não aceita novos desafios. A ausência de desafios é a estagnação de um indivíduo ou de uma instituição.

Inseguro. Como dissemos antes, o acomodado tem medo de arriscar e fracassar, por isso nunca avança.

Cegueira (v.19). O texto diz que uma coluna guiava o povo. Se a coluna saiu da frente deles é porque ela estava na primeira fileira, qual o propósito de ela estar à frente do povo? O propósito era guiá-los. Os israelitas foram tomados por uma cegueira espiritual e pararam de enxergar o agir de DEUS. A incredulidade resulta em cegueira espiritual. Infelizmente, muitos sofrem com a cegueira espiritual e perdem a visão de DEUS para a sua vida e para a sua igreja. A cegueira espiritual faz desperdiçar as oportunidades oferecidas por DEUS. Segundo Jonh Maxwell, “oportunidades aparecem todos os dias o problema é a falta de visão”.

Você precisa decidir: Qual semente cultivará? A semente da incredulidade ou a semente da fé?

Pastor Olavo Vigil